Neste Domingo XV do tempo comum, somos convidados a meditar a missão e a forma de realizar a que Cristo dá aos Apóstolos. Com isso, meditamos na missão que Cristo nos dá a nós, a cada um em particular, mas para a construção do seu Reino.
Através de quem se pode Deus revelar? Pode ser seu profeta alguém da nossa terra e dos nossos? Que acontece quando pessoas religiosas não reconhecem os sinais de Deus?
«Quem é este homem, que até o vento e o mar Lhe obedecem?» A questão com que terminava o Evangelho do passado domingo continua a ecoar no texto que hoje meditamos. Marcos não nos dá uma resposta teórica, mas faz-nos acompanhar a ação e as palavras de Jesus para podermos encontrar uma resposta.
Vivemos numa sociedade que se rege por lógicas de produção e eficácia. Frequentemente, olhamos para a nossa vida, para os outros e para os acontecimentos que nos rodeiam desde essa perspetiva.
Há na liturgia uma pedagogia própria que nos vai introduzindo nos acontecimentos preponderantes da vida de Jesus. Mas, muitas vezes, corre-se o risco de a não aproveitar, porque não mergulhamos de verdade naquilo que celebramos e não tiramos conclusões para a nossa vida.
Na nota pastoral, o cardeal refere os três pontos a que se deve prestar atenção: cuidar especialmente da Eucaristia, proporcionar momentos de adoração eucarística e manter as igrejas abertas para a visita ao Santíssimo Sacramento.
Celebrar a Santíssima Trindade não é um convite a decifrar o mistério que se esconde por detrás de "um Deus em três pessoas"; mas é um convite a contemplar o Deus que é amor, que é família, que é comunidade e que criou os homens para os fazer comungar nesse mistério de amor.
Com a Solenidade de Pentecostes, a Igreja conclui o Tempo Pascal. Tempo marcado pela alegria da Ressurreição do Senhor. Tempo privilegiado de escuta dos relatos das aparições de Jesus aos seus discípulos. Tempo de uma renovada esperança.
Neste domingo, celebramos a Ascensão do Senhor. Noutros países, esta solenidade continua a celebrar-se na quinta-feira anterior como feriado e dia santo. Em Portugal, a sua comemoração foi transferida para o domingo seguinte.