Sobre a mesa tenho vários papéis – coisa que agora não se usa muito, mas que me faz grande falta, apesar de usar, ainda que mal, outros meios de escrita – tenho sobre a mesa vários papéis...
Sobre a mesa tenho vários papéis – coisa que agora não se usa muito, mas que me faz grande falta, apesar de usar, ainda que mal, outros meios de escrita – tenho sobre a mesa vários papéis...

Opinião

Vox Populi

Sobre a mesa tenho vários papéis – coisa que agora não se usa muito, mas que me faz grande falta, apesar de usar, ainda que mal, outros meios de escrita – tenho sobre a mesa vários papéis...
Conseguiremos não abdicar de critérios de sustentabilidade em nome de uma suposta eficiência económica de curto prazo? Continuaremos a viver a solidariedade e articular recursos como o fizemos durante a pandemia?
Na minha aldeia, onde nasci e cresci até bem entrado na adolescência, que era, pelo menos na sua estrutura sócio – cultural, profundamente cristã, não se falava do destino, mas ia-se dizendo, quase no tom de quem fornecia a chave – mestra para abrir todas as portas que davam para o significado mais profundo dos mistérios da vida: tinha de ser… estava destinado, estava escrito, não havia volta a dar-lhe.
Na nossa relação com Deus, por vezes, por insensibilidade ao mal, orgulho ou vergonha, temos dificuldade em reconhecer as nossas faltas e, consequentemente, em sentir arrependimento e pedir perdão. Ficamos assim privados da experiência da misericórdia de Deus e dos seus frutos.
Desde a mais tenra infância – quando eram sobretudo as lágrimas dos adultos que me comoviam – até à idade adulta, quando o sofrimento alheio acabava sempre por me parecer maior que o meu: tantos momentos em que pressentia que o que Deus me pedia era mais coração que discursos, que nunca me pareciam adequados diante da dor alheia.
Assistimos hoje, na sociedade, a uma acentuada tendência para o individualismo no modo como cada um se entende e organiza a sua vida. Esta atitude estende-se facilmente à vivência da fé, com consequências no assumir de uma posição de desconfiança em relação a tudo e todos e na dificuldade em se identificar e manter o sentido de pertença à comunidade cristã.
Assim, a veste nupcial não pode reduzir-se ao estado de graça necessário para a comunhão sacramental, e torna-se mais compreensível a severidade do senhor do banquete para com o convidado que ousou entrar nele sem essa veste.
Que será que caracteriza a paternidade? Em primeiro lugar, sem dúvida, é o amor; amor esse que leva os pais a cuidar dos filhos, a protegê-los do mal, a ensinar-lhes a verdade, mas também a exigir-lhes no cumprimento dos deveres à medida que os vão incumbindo de maiores responsabilidades.

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