É esperado que até 2030, as parcerias para o desenvolvimento sustentável possam contribuir para desenvolver medidas que complementem o produto interno bruto (PIB) e apoiem a capacitação nos países em desenvolvimento.
É esperado que até 2030, as parcerias para o desenvolvimento sustentável possam contribuir para desenvolver medidas que complementem o produto interno bruto (PIB) e apoiem a capacitação nos países em desenvolvimento.

Opinião

Vox Populi

É esperado que até 2030, as parcerias para o desenvolvimento sustentável possam contribuir para desenvolver medidas que complementem o produto interno bruto (PIB) e apoiem a capacitação nos países em desenvolvimento.
É connosco que Portugal vai passar a contar se nos erguermos do nosso fácil papel de criticar e nada fazer. Há que pensar bem o que podemos fazer por Portugal, aquilo que nos é acessível.
É impressionante o silenciamento das sequelas do aborto na saúde mental, sobretudo da mulher que aborta. Uma das mais bem documentadas investigações sobre os riscos do aborto, conduzida por David Reardon do Elliot Institute, não nos deixa indiferentes.
Decerto em vez de champanhe preferia esperança; no lugar de queijos e chouriços, seria melhor ânimo e alegria; para lá de vinhos e petiscos precisa de orientação, coragem, segurança.
Acredito que defender a Escola de serviço público é defender uma escola multifacetada, aberta a todos, com projetos educativos centrados no essencial: servir os alunos, as famílias e as comunidades.

SER

Esta simples canção, cuja ideia transcrevemos muito resumidamente, revela grandes segredos do mundo, leva-nos pela mão, como ao pequenito, pelo caminho da sabedoria.
Se ainda há bons exemplos de preservação das nossas tradições, como o Dia do Bolinho e do Pão por Deus em algumas regiões portuguesas, noutras pura e simplesmente se esfumaram sendo substituídas pelas doçuras ou travessuras. 
Esta semana “perdi” um paciente. Na incessante luta de ser “suficientemente bom” dei de caras com a ambiguidade da minha própria insuficiência, com a moinha constante que é interrogarmo-nos: e agora, o que fazer?