Neste dia, celebramos o V Dia Mundial dos Pobres. Eles são, diz o Papa Francisco, “sacramento de Cristo, representam a sua pessoa e apontam para ele”. Com eles somos chamados a partilhar bens e esperança.
Há vezes em que não é fácil encontrarmos um fio condutor que una as três leituras proclamadas na Eucaristia e as coloque sob um mesmo tema, do qual podemos tirar proveito para a nossa vida.
O Evangelho deste domingo diz-nos, de forma clara e inquestionável, que toda a experiência de fé do discípulo de Jesus se resume no amor - amor a Deus e amor aos irmãos.
Com o trecho deste domingo concluímos a parte central da narração evangélica de S. Marcos. Jesus apontou as condições para se ser seu discípulo e a meta para onde caminha.
Na liturgia deste domingo XXIX do Tempo Comum surge-nos a figura do “Servo de Deus” apresentado pelo profeta Isaías como aquele que, em nome de Deus, se apresenta ao mundo com um testemunho contraditório.
A liturgia deste domingo XXVIII do Tempo Comum é um convite a desejarmos que Deus nos dê o seu Espírito Santo, com o dom da Sabedoria, que é preferível a todas as riquezas.
Quando Jesus anuncia a sua paixão, morte e ressurreição, os discípulos, que não compreendem o que Ele diz, e com medo de O interrogar, falam entre si numa lógica completamente diferente: quem de entre nós será o maior?
Desde o princípio do Advento do ano passado que, em cada semana, a Diocese tem disponibilizado propostas para a Lectio Divina e um "podcast", em ordem à preparação espiritual para a Eucaristia dominical.