Opinião e Estudo

Artigos de opinião

Leio atentamente o exemplo da abertura de Job à vontade de Deus, que, de modo tão absurdo para o orgulho humano, parece tê-lo abandonado às fúrias da inveja de Satanás.
Desta maravilhosa conversa de Deus com Noé, retenho duas frases: «nunca mais um dilúvio devastará a terra». «Farei aparecer o meu arco sobre as nuvens, que será um sinal da aliança entre Mim e a terra».
O Sacrário é a Luz que dissipa as nossas trevas, é a Fonte que branqueia as manchas da alma. Não deixemos Nosso Senhor sozinho no Sacrário.
A espiritualidade cristã, que brota da graça recebida no encontro com Cristo e na iniciação cristã (Batismo, Crisma e Eucaristia) e se traduz da relação íntima e comunitária com Jesus Cristo, é como uma nascente que brota no coração.
Sobre a mesa tenho vários papéis – coisa que agora não se usa muito, mas que me faz grande falta, apesar de usar, ainda que mal, outros meios de escrita – tenho sobre a mesa vários papéis...
Hoje, completa 84 anos. Um caminho longo, sem dúvida, mas profícuo. Ao serviço da Diocese, além do trabalho como prefeito e reitor do Seminário, teve papel ativo na criação do Polo da Universidade Católica de Leiria, onde viria a desempenhar funções de direção e de professor. Seria depois pároco dos Pousos e, mais tarde, entre outras tarefas, foi vigário paroquial de Leiria.
Conseguiremos não abdicar de critérios de sustentabilidade em nome de uma suposta eficiência económica de curto prazo? Continuaremos a viver a solidariedade e articular recursos como o fizemos durante a pandemia?
Na minha aldeia, onde nasci e cresci até bem entrado na adolescência, que era, pelo menos na sua estrutura sócio – cultural, profundamente cristã, não se falava do destino, mas ia-se dizendo, quase no tom de quem fornecia a chave – mestra para abrir todas as portas que davam para o significado mais profundo dos mistérios da vida: tinha de ser… estava destinado, estava escrito, não havia volta a dar-lhe.
Na nossa relação com Deus, por vezes, por insensibilidade ao mal, orgulho ou vergonha, temos dificuldade em reconhecer as nossas faltas e, consequentemente, em sentir arrependimento e pedir perdão. Ficamos assim privados da experiência da misericórdia de Deus e dos seus frutos.
Desde a mais tenra infância – quando eram sobretudo as lágrimas dos adultos que me comoviam – até à idade adulta, quando o sofrimento alheio acabava sempre por me parecer maior que o meu: tantos momentos em que pressentia que o que Deus me pedia era mais coração que discursos, que nunca me pareciam adequados diante da dor alheia.
Assistimos hoje, na sociedade, a uma acentuada tendência para o individualismo no modo como cada um se entende e organiza a sua vida. Esta atitude estende-se facilmente à vivência da fé, com consequências no assumir de uma posição de desconfiança em relação a tudo e todos e na dificuldade em se identificar e manter o sentido de pertença à comunidade cristã.
A opinião pode comprometer mais ou menos a pessoa que a emite. Mas a profissão de fé, se autêntica, isto é, se resulta de uma verdadeira inspiração de Deus, envolve e muda a vida da pessoa que a faz.
Assim, a veste nupcial não pode reduzir-se ao estado de graça necessário para a comunhão sacramental, e torna-se mais compreensível a severidade do senhor do banquete para com o convidado que ousou entrar nele sem essa veste.
Também quando se arrepende, quando abre o coração à dor pelas suas infidelidades, o padre tem de ser sacerdote, de mãos erguidas para Deus, oferecendo-Lhe a dor que sente.
Que será que caracteriza a paternidade? Em primeiro lugar, sem dúvida, é o amor; amor esse que leva os pais a cuidar dos filhos, a protegê-los do mal, a ensinar-lhes a verdade, mas também a exigir-lhes no cumprimento dos deveres à medida que os vão incumbindo de maiores responsabilidades.
O Catecismo da Igreja Católica ensina e adverte: “A superstição é um desvio do sentimento religioso e das práticas que ele impõe.
Os governantes deveriam respeitar e apoiar os cidadãos nesta nobre tarefa. Como? Premiando os bons educadores e formadores, sejam eles pais ou professores.
São os mais velhos as principais vítimas da COVID 19 e esse facto veio trazer ao de cima um problema existente... nomeadamente aqueles que estão ”confinados” em lares, impedidos, face aos riscos de contaminação, de receber visitas dos seus familiares.
Quando sabemos que uma alegria é verdadeira? A resposta é simples e estranha, estando escondida numa frase comum: “Valeu a pena!”.
Pedro Castro Almeida deu início à sua intervenção apresentando um disclaimer no qual sublinhou que, nesta crise que é primeiro sanitária e depois económica.
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