Setembro 10, 2020

Desde a mais tenra infância – quando eram sobretudo as lágrimas dos adultos que me comoviam – até à idade adulta, quando o sofrimento alheio acabava sempre por me parecer maior que o meu: tantos momentos em que pressentia que o que Deus me pedia era mais coração que discursos, que nunca me pareciam adequados diante da dor alheia.