Opinião e Estudo

Artigos de opinião

Pois, meu caro Santo Antão, ainda que estejamos todos muito agradecidos a Deus por tua tão longa vida – cento e seis anos, nessa época, era pouco comum – tenho de te dizer que isso não me parece demasiado importante
Chiara foi uma mística: contemplou a realidade de Deus e recebeu d’Ele a luz e o amor que lhe inflamaram o coração.
Quando fui estudar para Coimbra, a minha mãe informou-me que tinha um amigo de infância que eu gostaria de conhecer. Num dia primaveril, desloquei-me à sua paróquia de Ceira nos arredores da cidade.
“Quando um profundo silêncio envolvia todas as coisas, e a noite estava no meio do seu curso, a vossa palavra omnipotente, Senhor, desceu do seu trono real” (Sap 18, 14-15).
A semana de orações pela unidade dos cristãos na fé, caridade e ação, pede oração e reflexão sobre o pensar a Quem se ora. Só assim se une o conhecer ao desenvolvimento global, com mente e coração.
Na verdade, encontrar o equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal e familiar nem sempre é fácil, assumindo-se, muitas vezes, como uma tarefa ingrata e quase impossível para muitas pessoas que trabalham.
Mas após horas a preparar cerca de 450 ofertas e depois de ultrapassadas (muitas) burocracias, lá fomos nós, bem cedo, celebrar o “Dia de Reis” nos estabelecimentos prisionais de Leiria neste sábado, dia 4 de janeiro.
Está em curso na Diocese a eleição dos membros para o novo Conselho Pastoral Diocesano. Em Leiria-Fátima, este órgão foi criado em 1995 pelo bispo D. Serafim Silva, que aprovou os primeiros estatutos em 1997, renovados e atualizados em 2010, por D. António Marto
Sinal e mistério. O mistério não se intromete, é distante e invisível. O título da carta do Papa sobre o presépio de Natal é muito significativo.
Enche os teus minutos. Não de lixo e «terrorismo de indiferença» (Francisco); mas de bondades. O tempo é breve, (Heb10, 37 e Lc 18, 39), mas chega se não é roubado pelo ladrão que arromba a porta.
O que somos devemo-lo em grande parte à família onde nascemos, crescemos e formos educados. Nem tudo é bom e belo nas famílias.
Perante as atrocidades que a família lhe augura, pega nas magras economias que amealhou, faz a mala à socapa e abala no primeiro comboio da manhã. Vai para longe ter a Criança em que o mundo não acredita.
Diziam poluição, mas parece que era lixo. Por isso o rapazito quis ver o que naquela terra faziam ao lixo. Seria para aprender isso que aquela figura branca o tinha posto oitenta anos para atrás?
O ioga está na moda, difundindo-se na nossa sociedade como mancha de óleo, através de estágios, aulas e propostas variadas que chegam mesmo às escolas básicas. E até a instituições católicas. Mestres e instrutores propõem exercícios corporais, respiração, relaxamento, alimentação vegetariana, pensamento positivo e meditação.
Nem uma réstia de confiança ou de esperança faziam parte da sua vida agora e o abandono era total, pois não acreditava que ninguém sequer olhasse para ele ou se preocupasse com ele.
A Síria está em guerra. De dia e de noite chovem sons e luzes que não são as do Céu. A guerra é a guerra e é assim que ela é. Mas na guerra não se morre só. Na guerra também se nasce, não se sabe é como.
Tinham ouvido falar do Natal na escola; e conversaram sobre isso cá fora. O menino rei do Natal nascido ali perto! Não tinham entendido bem, mas seria perto. Três grupos das crianças desafiaram-se a visitá-lo antes dos outros.
Pois é desta preocupação com o Ambiente, que sei ser preocupação de todos nós, que partilho esta reflexão.
Assim, passada a meia-noite do dia 25 de dezembro, sai à rua onde vagueia o dia inteiro, farejando gente assolada pela pobreza, pela solidão, pela amargura, pela tristeza e pela perda de sentido para a vida.
Fazem-se almoços e jantares ditos “de natal”, quando ainda se está a caminho da festa, trocam-se presentes e repetem-se os votos de festas felizes.