Homilias e Discursos

Na sua homilia que, como é habitual nesta cerimónia, foi especificamente dirigida ao presbitério, o cardeal D. António Marto começou por lembrar os padres que durante o presente ano celebra, o seu jubileu sacerdotal e aqueles que também "partiram para a casa do Pai".
Bispo de Leiria-Fátima presidiu à celebração que introduz Semana Santa, na Basílica da Santíssima Trindade
O bispo de Leiria-Fátima pediu na celebração de Quarta-feira de cinzas a “capacidade de resistência”, para “não ceder ao medo, desalento, solidão e sofrimento” causados pela pandemia.
No dia 23 de setembro, D. António Marto presidiu à celebração da missa exequial do bispo D. Anacleto Oliveira. Durante a homilia referiu a sua amizade particular com o bispo falecido, natural da diocese de Leiria-Fátima.
"Quem convivia de perto com D. Anacleto, dava-se conte de que era um homem de fé, enamorado do encontro com Jesus Cristo ressuscitado e vivo; n'Ele punha a sua esperança e na sua palavra".
No domingo dia 26 de julho, Leiria-Fátima acolheu mais um membro para o seu presbitério. O Jorge Fernandes, do Crato, foi ungido no ministério do diaconado. A caminho, está também o Micael Ferreira, de Monte Redondo.
Para a tomada de posse dos membros da Junta Regional e do Conselho Fiscal e Jurisdicional foram convidadas as entidades estritamente necessárias e o local escolhido foi o adequado para reduzir ao máximo a possibilidade de contágio.
Eram nove dezenas de ministros que, dado o afastamento recomendado pelas autoridades, acabaram por encher a Catedral de Leiria, fazendo-lhes companhia alguns leigos que também quiseram participar.
Para D. António Marto, esta é uma "noite tão diferente daquelas noites inigualáveis de 12 de maio - autênticos mares de luz - e que hoje mais parece um deserto escuro!"
D. António Marto manifestou igualmente o seu testemunho pessoal de gratidão para com o sacerdote que sempre recebia o bispo “com um sorriso acolhedor” e que lhe prestou serviços como revisor de textos, justificando por vezes as razões das suas observações linguísticas com os livros consultados.
«Toda a Igreja e as comunidades são chamadas a acompanhar, com o seu serviço, os que ficarem feridos com esta batalha, (somos) uma Igreja que vive porque socorre a todos»
Na homilia da Vigília Pascal, o cardeal D. António Marto referiu que, como após a experiência do ressuscitado, é possível “recomeçar com um mundo renovado, não para tornar ao que era antes, mas para fazer renascer um mundo diverso, o mundo outro”.
“Devemos ter presente que a história da paixão de Jesus é também a história da humanidade e de como Deus está presente nesta história”, considera D. António Marto, referindo-se a “toda a dor e sofrimento da humanidade neste tempo”.
Hoje e a esta hora deveríamos encontrar-nos reunidos em Fátima na nossa peregrinação diocesana. Em virtude da emergência sanitária não nos é possível. Todavia, mesmo estando em nossas casas, vivemos este momento em espírito de peregrinação e unidos espiritualmente como Igreja diocesana.
Homilia do cardeal D. António Marto na missa celebrada no casa episcopal no dia 22 de março de 2020 e transmitida na internet.
Na homilia, após uma breve contextualização do relato da Apresentação do Senhor, o prelado centrou a exegese no exemplo de louvor de Simeão ao receber Jesus nos braços.
Chegamos ao fim de mais um ano. É uma ocasião propícia para parar, mais uma vez, diante do presépio a contemplar como Deus se fez presente durante todo este ano e tomar consciência de que cada tempo, cada momento é portador de graça e de bênção.
Discurso de encerramento proferido pelo Bispo D. António Marto no Colóquio do Coração de Jesus. Santuário de Fátima, 19 de outubro de 2019.