Opinião e Estudo

Artigos de opinião

Creio que pode e deve haver espaço para a diferença, para nos reinventarmos, saboreando a experiência e a reflexão a partir do erro que, na minha modesta opinião, deve ser feita com qualidade e tempo para que haja efetivas mudanças e é, aliás, saudável que assim seja.
A visita do Papa ao Oriente trás à memória experiências muito significativas vividas nos países visitados. Em 1997, na Coreia do Sul, em sessões de formação, numa escapadela ao paralelo 38, os acompanhantes mostravam um certo nervosismo por terem o país dividido entre norte e sul.
A responsabilidade humana e cristã em relação à criação é desenvolvida depois, uma vez mais, pelo Papa Francisco na sua mensagem para a celebração do Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação.
Quem tem o privilégio de ter o contacto com monjas e monges contemplativos sabe, conhece que a sua alegria é sobrenatural, contagiante. Pedem pouco, dão muito – quantas vezes o que o mundo promete, mas não dá – a alegria genuína. Por isso, quem assim vê e sente essa alegria, de quem não se lamenta nem nada pede, não desconfia do que, por vezes, as paredes ocultam…
Esta é a história de uma mulher que falava com o vento. No seu íntimo, quando só, sem nada esperar, falava com o vento. Gostava de olhar pela janela ou de se abeirar da varanda e lançar-lhe perguntas, talvez para as tirar da cabeça ou para as ouvir saírem da sua boca, mesmo se não ouvia a resposta ou nem sequer o eco da sua pergunta; não havia sinal de vida fora dali e, por isso, essa mulher às vezes chorava, porque só precisava de saber que aquela brisa ainda não tinha passado, que ainda não se tinha cansado de ouvir as suas perguntas.
A Voz da Freixianda é o jornal mensal da paróquia da Freixianda.
Criou-se a rotina de uma maioria de trabalhadores, sobretudo do setor privado, trabalharem ao Domingo. Do outro lado da moeda encontra-se uma classe de pessoas que usufrui deste dia e que o passa, pelo que me vou apercebendo, entre os shoppings ou outras lojas abertas ao Domingo e os supermercados.
Para entendermos um pouco como será a ressurreição dos mortos, transcrevo as palavras do teólogo alemão Romano Guardini (1885-1968).
Especialmente no dia 2 de novembro, mas prolongando-se em alguns sítios por todo o mês, a Igreja Católica faz a comemoração anual dos fiéis defuntos. É um tempo de memória daqueles que nos precederam e a quem devemos grande parte do que somos.
Digamos que quase já esperava. Visitei-o duas ou três vezes na Casa do Clero, em Fátima, já bastante doente. Nos últimos anos era colaborador do Padre José Frazão em Simão de Litém e Albergaria dos Doze, onde nos encontrávamos durante as visitas à minha família, ora nas concelebrações e festas ora nalgum convívio e na oração do rosário no Arnal.
Ponho-me a pensar que interesse terá para nós o falar de Missões (estamos e Dia Mundial das Missões), sabendo que, geralmente, atiramos esta realidade para terras distantes, longe de nós.
No evangelho do passado domingo (Lc 18, 1-8), Jesus conta aos discípulos “uma parábola sobre a obrigação de orar sempre, sem desfalecer”. Fala de uma viúva que ia insistentemente pedir a um juiz para lhe “fazer justiça” contra o seu adversário.