
Acompanhar casais em crise: da necessidade à prática
Períodos de sofrimento, cansaço e incompreensão. É assim que o Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida descreve os momentos difíceis que um casal em crise pode viver,

Períodos de sofrimento, cansaço e incompreensão. É assim que o Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida descreve os momentos difíceis que um casal em crise pode viver,

Fico a pensar como deve ser desagradável e humilhante ouvir esta frase para aqueles que ainda se vão mantendo na Igreja, procurando a coerência entre a Vida e a Fé, buscando a Verdade e a Justiça, desejando o Bem.

É impressionante o silenciamento das sequelas do aborto na saúde mental, sobretudo da mulher que aborta. Uma das mais bem documentadas investigações sobre os riscos do aborto, conduzida por David Reardon do Elliot Institute, não nos deixa indiferentes.

É assim o aborto, em Portugal, até às dez semanas de gestação. São, por ano, aos milhares. São um “direito” protegido pelo Estado português.

Perante as atrocidades que a família lhe augura, pega nas magras economias que amealhou, faz a mala à socapa e abala no primeiro comboio da manhã. Vai para longe ter a Criança em que o mundo não acredita.

A Síria está em guerra. De dia e de noite chovem sons e luzes que não são as do Céu. A guerra é a guerra e é assim que ela é. Mas na guerra não se morre só. Na guerra também se nasce, não se sabe é como.

Assim, passada a meia-noite do dia 25 de dezembro, sai à rua onde vagueia o dia inteiro, farejando gente assolada pela pobreza, pela solidão, pela amargura, pela tristeza e pela perda de sentido para a vida.

Quem tem o privilégio de ter o contacto com monjas e monges contemplativos sabe, conhece que a sua alegria é sobrenatural, contagiante. Pedem pouco, dão muito – quantas vezes o que o mundo promete, mas não dá – a alegria genuína. Por isso, quem assim vê e sente essa alegria, de quem não se lamenta nem nada pede, não desconfia do que, por vezes, as paredes ocultam…