
Dia Mundial dos Pobres celebrado em Picassinos
No passado domingo em que se celebrou o Dia Mundial dos Pobres, a Cáritas Diocesana de Leiria lançou a campanha “10 milhões de estrelas – um gesto pela paz”.

No passado domingo em que se celebrou o Dia Mundial dos Pobres, a Cáritas Diocesana de Leiria lançou a campanha “10 milhões de estrelas – um gesto pela paz”.

A Cáritas Diocesana de Leiria convida a todos que queiram participar na celebração da Eucaristia deste dia, que se realiza na igreja de Picassinos, Marinha Grande, pelas 18h30 horas, presidida pelo bispo da diocese de Leiria-Fátima, o cardeal D. António Marto.

Foi uma feira muito concorrida, muitos quiseram associar-se e marcar presença e também contribuir para esta causa solidária. Os seus comentários foram de incentivo para a realização de mais eventos do género, porque será uma forma de conhecer melhor o trabalho da Cáritas e também de poderem contribuírem.

A Cáritas Diocesana de Leiria esteve representada pelo o presidente e por duas técnicas.

Depois de um ano de interregno devido à pandemia da covid-19, iniciou no dia 2 de agosto, o primeiro turno da Colónia de férias da Cáritas na “Casa Amarela” na praia do Pedrogão.

Em 1828 começa a ser construída a igreja no lugar de Marrazes aproveitando-se materiais da antiga igreja do Arrabalde e com apoios do Rei, cedendo madeiras do pinhal real e também do Bispo D. João, em dinheiro.

A propósito da Colónia de Férias da Cáritas de Leiria que está quase a começar, fomos ao baú das recordações recuperar um artigo publicado no jornal “O Mensageiro” na edição de 27 de julho de 2005:

No passado sábado, dia 26 de junho, visitou a Cáritas Diocesana de Leiria acompanhado de uma técnica da área social, Fátima Câmara e de uma colaboradora da Cáritas Portuguesa.

A referência mais antiga da comissão de Nossa Senhora da Missão, é do ano de 1873. Em 1881, são compradas duas coroas, uma para a Senhora e outra para o Menino, no valor de vinte cinco mil quinhentos e quarenta e cinco reis, que ainda se encontram nas referidas imagens.

Segundo a presidente, os pedidos aumentaram no último trimestre. Afirma que não existe pobreza na sua paróquia, pelo menos conhecida, mas sim, famílias e pessoas em situação mais desfavorecida com dificuldade em fazer face às despesas.

O lema escolhido para este ano é: “Cáritas, o amor que transforma”. Também é um momento de grande importância porque se assinala os 65 anos da Cáritas em Portugal.

O ano de 1980 foi um ano de grande seca. O Chefe do Governo (Francisco Pinto Balsemão) ao falar ao Pais sobre a seca que nos aflige, classificou a situação de «altamente preocupante, mas não catastrófica».

As primeiras linhas sintetizavam tudo o que eu estava a sentir “Continuamos separados pelo espaço, mas seguramente próximos pelo espirito: longe da mão, mais perto do coração”

Na entrega dos alimentos era visível a alegria dos mentores da campanha, pela generosidade de quem contribuiu.

O Professor Arnaldo era um Homem que tinha um carácter forte e com valores, os quais os apresentava aos outros com atitudes da sua própria vida.

Quiseram assinalar esta data no maior silêncio e sem festa até por serem de idade avançada e para estarem protegidos da situação que atravessamos.

As crianças dos três primeiros anos foram convidadas a construir um presépio e os restantes anos, a fazer um texto onde imaginam ser o quarto Rei Mago.

As crianças tiveram uma presença em palco muito descontraída e alegre, desempenhando bem o papel que lhes estava atribuído, o que despertou muito interesse a todos aqueles que assistiam.

A igreja estava com motivos de festa, para receber as quatro crianças e as suas famílias, que foram acolhidas pelas catequistas que as conduziram aos lugares reservados para elas.

O presidente da celebração, em linguagem infantil que foi perceptível a todos os presentes, partiu da experiência da vida que os adultos têm.