Pe. Augusto Ascenso Pascoal

Sacerdote da Diocese de Leiria-Fátima

ARTIGOS

augusto Ascenso Pascoal

PORQUE É PECADO

Aconteceu num dia tórrido do Verão de 1902, no interior da casa em que cuidava da irmã mais nova, ainda bebé, enquanto a mãe, pobre viúva ao serviço de um

augusto Ascenso Pascoal

A FÉ, O ZELO E O MEDO

Por esta ordem, porque na medida em que cresce a fé, diminui o zelo e o medo. Claro, tem carradas de razão quem me soa o ouvido que não posso

augusto Ascenso Pascoal

A GUERRA E A PAZ

Modifiquei o título, que era simplesmente “guerra e paz”, para que se não pensasse que iria falar da célebre obra do não menos célebre escritor russo. Não é que seja

augusto Ascenso Pascoal

O CANSAÇO DIVINO

“Naquele tempo, Jesus exclamou: «Vinde a Mim, todos os que andais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de Mim, que sou

augusto Ascenso Pascoal

A ROCHA E A SEDE DO DESERTO

Se quisesse enumerar as surpresas que, desde o momento em que tomei como norma para a minha piedade diária, a leitura meditada de um trecho da Sagada Escritura, para além

augusto Ascenso Pascoal

À SOMBRA DA AZINHEIRA

(Nota explicativa: o texto que se segue foi escrito há já alguns dias, por volta da última peregrinação oficial a Fátima. Guardado entre as produções que costumo arrumar no que

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O TRONO DOS REIS DA PAZ

Esta manhã, ao recordar os sessenta e quatro anos da minha primeira missa no Santuário da Cova da Iria – segundo a liturgia do tempo, celebrava-se então a festa do

augusto Ascenso Pascoal

PORQUE CHORAM AS MÃES

Não é a primeira vez que escrevo aqui sobre as lágrimas. Não é a primeira vez, nem será talvez a última. Não. não é isso, que estão talvez a pensar

augusto Ascenso Pascoal

O TALENTO ENTERRADO

Não me envergonho de confessar que só muito tarde, já nos primeiros anos do século XXI, ao ler o testemunho directo do Cardeal Francisco Xavier N. Van Thuan, que vivera

augusto Ascenso Pascoal

SÓ DEUS É ETERNO

(O texto que se segue, guardava-o já no fundo baú, também por um certo pudor. Encorajou-me a publicá-lo a memória litúrgica de Santo André Kim, primeiro sacerdote coreano, formado pelos

augusto Ascenso Pascoal

A OPÇÃO INEVITÁVEL

Rigorosamente falando, se nos mantemos no plano puramente conceptual, uma opção inevitável poderá considerar-se uma contradição terminológica: porque o que é inevitável nunca pode se optativo. Na minha reflexão de

augusto Ascenso Pascoal

MODELOS DE VIDA CRISTÃ

Já nesta página falámos dos vários significados da palavra “modelo”, e demos, pelo menos, a entender que ela, segundo o uso que tem hoje, é de todo inadequada à expressão

augusto Ascenso Pascoal

SESSENTA E QUATRO ANOS DEPOIS

Desde manhã que um sol esplendoroso realçava a brancura das recéns caiadas paredes da igreja: celebrava-se então a memória litúrgica de São Pio X, que se tornara bispo de Roma

augusto Ascenso Pascoal

POR AMOR AO CARISMA

Nascido em Aragão, em meados do grande século da reforma da Igreja, morreu em Roma, aos noventa anos, depois de ter consumido a sua vida, posta ao serviço de Deus,

augusto Ascenso Pascoal

PARA ALÉM DA HISTÓRIA CONTADA

Estamos nos últimos anos do reinado de Tibério, numa pequena cidade dos confins orientais do Império – província da Síria. Cidade chamada Jerusalém e cuja história plurimilenar, tirando as guerras

augusto Ascenso Pascoal

DE AUSCHWITZ À FAIXA DE GAZA

Nove de Agosto de 1942. Ela, que não completara ainda os cinquenta anos, tinha o nome civil de Edith Stein, que mudara, nove anos antes, para Teresa Benedita da Cruz,

augusto Ascenso Pascoal

A ÚLTIMA MOTIVAÇÃO

Confesso que o medo dos equívocos me fez hesitar longamente sobre que adjectivo devia antepor ao nome “motivação”, já de si extremamente polissémico e talvez demasiado abstracto para encimar uma

augusto Ascenso Pascoal

A PROPÓSITO DE DOM CAMILO

A 22 de Julho de 1968, faleceu em Ravena, com sessenta anos e duas décadas, o jornalista e escritor Giovannino Guareschi, do qual hoje quase não se fala, mas que

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AS FRAGILIDADES DA VIDA HUMANA.

Ao retomar a escrita, nesta manhã em que a liturgia oficial portuguesa celebra a memória de São Bartolomeu dos Mártires, cuja vida inspirou a Frei Luís de Sousa o texto

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PARA MATAR A SEDE DO AGONIZANTE DIVINO

“Depois disto, Jesus, sabendo que tudo se consumara, para se cumprir totalmente a Escritura, disse: «Tenho sede!» Havia ali uma vasilha cheia de vinagre. Então, ensopando no vinagre uma esponja