Opinião e Estudo

Artigos de opinião

Na realidade não é de Mozart nem de arte que falamos, mas de valores básicos da natureza humana. E é este o testemunho de Paulo Lameiro
A Igreja celebra a Eucaristia em resposta ao mandamento do Senhor: “Fazei isto em memória de mim”
Fico a pensar como deve ser desagradável e humilhante ouvir esta frase para aqueles que ainda se vão mantendo na Igreja, procurando a coerência entre a Vida e a Fé, buscando a Verdade e a Justiça, desejando o Bem.
Seguindo Jesus, também nós somos impelidos a ser no mundo sinal da presença do Bom Samaritano para que outros experimentem a intensidade e a força com que Deus nos ama.
A conceção cristã da liberdade não nega nem se contrapõe ao modo como ela é normalmente vivida na sociedade atual. Dá-lhe, no entanto, uma outra motivação, horizonte e referência.
Lembro-me aqui, a título de exemplo, do professor universitário que arrendou um apartamento para o sem-abrigo que conheceu na rua, assumindo com o seu vencimento o pagamento pontual da renda...
A boa notícia é que esse Deus existe, viveu feito Homem entre os homens, ensinou a Verdade, deu exemplo de como nós homens devemos viver e morreu para nos salvar.
Como desejamos esconder esta falta de unidade entre o “estar” e o “ser”! Ansiamos tanto ter um corpo são em mente sã! Aspiramos à felicidade para sempre, mas sabemos que tal não é possível neste mundo.
Parece-me que estamos a perverter o sentido da dignidade e dos direitos humanos. A liberdade individual e a vontade de cada um tornam-se valores absolutos, a que todos se devem curvar e servir.
É relevante e necessário que nos novos desafios deste mundo procuremos ser convergentes e não divergentes. O “nós” sobrepõe-se ao “eu”
A participação na Celebração eucarística faz despertar em nós a exigência da entrega e esta mesma atitude é reforçada na adoração eucarística fora da Missa.
Na viagem da vida cristã também há incerteza, dúvidas, provações, desvios e perdas do caminho, surpresas, novas descobertas, iluminações e escolhas.
O culto eucarístico não se limita só ao momento da celebração da Missa, mas estende-se para além disso em muitas formas que manifestam a fé e a oração do povo cristão.
O mês de junho convida-nos a dar as boas-vindas ao amor mediante o exemplo dos chamados santos populares.
Educar para os Valores, para a Justiça, para a Excelência e para a Felicidade são o nosso propósito, a razão pela qual damos o melhor de nós!
O processo sinodal está, portanto, ainda no início e já revela as dificuldades de se conseguir envolver todos e se fazer o necessário discernimento, para chegar a conclusões efetivas de modo a implementar-se novos modos de agir eclesial.
7º Congresso da ACEGE, celebração dos seus 70 anos de existência e a transformação das lideranças como principal missão.
São já muitos os países que festejam o dia da mãe durante o mês de Maio. Os festejos são convenções para recordar o que é importante.
No dia 15 de Maio deste ano de 2022, em Roma, será oficialmente declarado santo pela Igreja aquele que sempre desejou ser o “Irmão Universal”.
A moral e a disciplina do exército eram mantidas, em parte, pela fé ortodoxa. Os serviços religiosos ajudaram a aliviar os soldados russos sobre o terror da vida militar.