A família merece um parágrafo próprio, pois nela podemos comunicar de muitos modos. É na família que encontramos um modo único, exclusivo de comunicar.
Por causa de uns quantos colegas padres que se tinham deixado levar pelo mundo, sofria agora na pele a ignomínia que, afinal, não lhe podia ser assacada.
Esta consulta sinodal não é uma cedência a modas ou tendências culturais, mas sim a resposta ao Senhor da Messe que convida os seus discípulos a tomar parte num processo de discernimento.
Entre os aspetos que vieram em relevo na visão da Igreja sobre si própria, está a consciência de conter pecadores entre os seus membros e ela mesma ser pecadora, o que não foi bem aceite por alguns.
Recordou-se da pedra onde tinha tropeçado e imediatamente reconheceu que, não olhando para o caminho e com os olhos fixos apenas na meta, não era possível ver os obstáculos que o caminho tinha.
Os sacerdotes ou outros fiéis abordados por pessoas em sofrimento que pedem o exorcismo devem acolhê-las com benevolência e compaixão. Depois, escutá-las com atenção e compreensão, informando-se da origem e razões que deram origem à atual situação.
Na evolução histórica do culto eucarístico fora da Missa, houve avanços na doutrina e na piedade que devem ser mantidos e defendidos, mas também houve e há desvios a corrigir para que a plena participação na celebração eucarística reconquiste a sua centralidade.
A primeira grande conclusão que se pode tirar é que o futuro da Igreja, a construir sob a acção do Espírito Santo, nas e pelas suas comunidades e estruturas de participação e corresponsabilidade, é sinodal.
Quem ler com atenção o Relatório na íntegra (e não somente as notícias sobre ele), encontra o eco de como foi acolhido, organizado e vivido o processo de consulta nas variadas instâncias da Igreja em Portugal.
À volta desta festa, que rapidamente se tornou muito popular entre os fiéis, desenvolveram-se outras formas devocionais, tais como procissões e exposições com o Santíssimo Sacramento.
O presidente da celebração eucarística torna evidente a não-autonomia da assembleia eucarística e a total dependência da Igreja em relação a Cristo Senhor.
Entre os apoios para os doentes, além das obras de misericórdia do cuidado, da visita e da oração, a Igreja tem os sacramentos da Santa Unção e da Eucaristia.