O prelado diz ao seus presbíteros para serem permanentemente "ministros da consolação do Senhor junto de quem sofre por qualquer motivo", mesmo a partir de casa.
Na circunstância em que nos encontramos, resultante da pandemia do coronavírus que provoca a doença Covid-19, as celebrações da Páscoa irão acontecer privadamente sem as assembleias de fiéis, como é habitual.
Dos quatro ficheiros disponibilizados, existe um que é dedicado a aspetos pastorais e litúrgicos onde estão descritas as propostas que o Cardeal faz na sua carta pastoral.
A pandemia que cobre o mundo como nuvem escura ameaçadora obriga-nos a permanecer em casa e dá-nos oportunidade para redescobrirmos o que é essencial à nossa vida e convivência.
Depois da introdução, D. António Marto discorre as suas ideias em três capítulos, sendo o primeiro dedicado à apresentação do programa das celebrações com propostas para serem vividas nas famílias por forma a "reviver esta experiência de encontro com o Senhor nas nossas casas".
A oração pode ser feita à volta da mesa onde normalmente se parte o pão e se partilham momentos em comum, ou no local da casa que se considere ser mais adequado.
Os jovens também terão um lugar especial nesta Quaresma: "será bom reforçar os laços com eles, reconhecendo e solicitando o seu protagonismo na caminhada quaresmal".
Como no ano passado, os textos foram trabalhados por um grupo de jovens. O Cardeal diz que "eles tornam-se assim não apenas destinatários, mas também desde já protagonistas da vida e missão da Igreja".
O Bispo da diocese de Leiria-Fátima, D. António Marto, publicou no dia 12 de dezembro a sua mensagem de Natal intitulada "O Presépio, sinal da ternura, da fraternidade e da alegria do Natal".