Um poço, uma mulher que vai buscar água, um Homem cansado e com sede e uma catequese belíssima.
O Homem com sede pede de beber e inicia assim uma conversa com a mulher que lhe vai respondendo com interesse naquele Homem que lhe dá atenção, a ela que era de outra “nacionalidade”.
O Homem para lhe aguçar a curiosidade fala-lhe do dom de Deus, da água viva.
Ela não entende, pois não percebe como é que Ele sem balde pode tirar água do poço.
O poço é fundo, a água difícil de alcançar, no entanto, a água de que o Homem fala e oferece, está ali, pronta para ser bebida e matar a sede de eternidade.
A mulher continua sem entender, mas mesmo assim pede ao Homem dessa água que mata a sede para sempre.
Então o Homem fá-la entender a sua vida e aquilo que ela deve reconhecer que tem vivido mal.
Ela queda-se espantada com o conhecimento do Homem, que se lhe revela então como o Messias, o Salvador.
Perante essa revelação a mulher não se contem, e vai a correr dizer a outros o que ela viu, ouviu, viveu e acreditou.
Agora também os outros acreditam não só pelo testemunho da mulher, mas pela Palavra do Homem, o Salvador do mundo.
E quem é esta mulher?
Esta mulher sou eu, és tu, somos todos nós a quem Jesus Cristo quer matar a sede com a água viva da vida eterna.