Lembro-me aqui, a título de exemplo, do professor universitário que arrendou um apartamento para o sem-abrigo que conheceu na rua, assumindo com o seu vencimento o pagamento pontual da renda...
A boa notícia é que esse Deus existe, viveu feito Homem entre os homens, ensinou a Verdade, deu exemplo de como nós homens devemos viver e morreu para nos salvar.
Como desejamos esconder esta falta de unidade entre o “estar” e o “ser”! Ansiamos tanto ter um corpo são em mente sã! Aspiramos à felicidade para sempre, mas sabemos que tal não é possível neste mundo.
Parece-me que estamos a perverter o sentido da dignidade e dos direitos humanos. A liberdade individual e a vontade de cada um tornam-se valores absolutos, a que todos se devem curvar e servir.
A participação na Celebração eucarística faz despertar em nós a exigência da entrega e esta mesma atitude é reforçada na adoração eucarística fora da Missa.