QUARESMA 2025 – VIII

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Na Tua presença, Senhor, vem ao meu coração uma palavra: obediência.

Reflicto e percebo que tantas vezes não obedeço ao que tu me dizes pela voz da Igreja.

Tudo aquilo que não me agrada, que não faz parte do que eu penso, tantas vezes critico e rejeito no meu dia a dia.

Percebo agora, Senhor, a minha presunção de julgar que sei melhor a Tua vontade para a Igreja, do que a própria Igreja.

Pobre de mim, pecador, convencido de uma qualquer auto-suficiência.

Curiosamente ou não, a palavra obediência, vem acompanhada no meu coração pela palavra amor.

Obedecer por amor!

Foi o que Tu fizeste, Senhor, quando obedeceste à vontade do Pai e desta vida por nós!

Que graças sem fim foram derramadas nos nossos corações por essa obediência feita amor, o por esse amor feito obediência.

Como pois quero amar, ou dizer que Te amo, se não Te ouvir quando me falas pela voz da Igreja e a Ela não obedeço?

E se não obedeço à Igreja, como posso ser Igreja, como posso ser comunhão com os outros, como posso eu ser pedra viva que constrói a Tua Igreja?

Eu sei, Senhor, que obedeço na maior parte do tempo a tudo o que a Igreja me diz, mas a verdade é que muitas vezes me rebelo contra aquilo que não entendo ou não quero entender.

Afinal, Tu «fazes novas todas as coisas», e tantas vezes eu sou avesso às coisas novas.

Quem sou eu para julgar que sei mais, que não preciso obedecer, e se não obedeço, é porque ainda não sei amar como Tu queres que eu ame.

Abre o meu coração, Senhor, à humildade, para que obedecendo, ame, e para que amando, obedeça.

Para Tua glória, Senhor, para Tua glória, sempre.

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