Paróquias da Barosa e da Azoia em destaque no Presente

“Laços cristãos unem comunidades seculares” é o título do caderno de 3 páginas do jornal diocesano Presente Leiria-Fátima desta semana (06.03.2014), dedicado às paróquias da Barosa e da Azoia.

De origem árabe, o nome de Azoia surge provavelmente da palavra (az-zaviâ), que significa ermida ou capela com um túmulo. A freguesia foi criada em 1713 por desagregação da freguesia de São Pedro. Oito anos após a sua criação, já registava uma população de 38 fogos. Em 1732, a freguesia já contava com 410 habitantes. A comunidade experimentou momentos de grande sofrimento com as invasões francesas. Registos dessa época explicam que a igreja matriz foi convertida em estábulo e a vizinhança totalmente pilhada ou queimada. Com a fuga dos invasores, a igreja foi reconstruída. Ficou pronta em 1822. Sabe-se que até lá os casamentos se realizaram na capela de Alcogulhe e os batismos na igreja dos Parceiros.

A freguesia da Barosa nasceu em 1714, por desanexação da freguesia de S. Pedro, com uma confraria e com uma ermida a S. Mateus. Comemora este ano 300 anos da sua criação. Os registos paroquiais dão conta de 545 habitantes antes das invasões francesas, de outubro de 1810. Com este episódio histórico, a paróquia perde parte da sua população que apenas recuperará anos mais tarde. Os registos de 1849 referem uma comunidade de 476 habitantes. Desde então, a freguesia continua a crescer de forma gradual. Em 1981 contava com 1.685 habitantes. Em 2001 registava 1.846 e, em 2011, contava já com 2156 residentes.

Confira alguns dos dinamismos destas comunidades e uma entrevista ao pároco, padre André Batista, na edição em papel do jornal Presente.

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