Padre da Oceânia veio morrer ao hospital de Santo André em Leiria

O bispo da diocese a que pertencia o sacerdote, Dom Paul Mea, enviou uma mensagem que foi lida pela Irmã Bernardette, no final da missa.

Com apenas 49 anos, vítima de cancro, morreu nos Hospital de Santo André, em Leiria, no dia 14 de junho, o padre Tamwera Teekabu, da diocese de Tarawa e Nauru, na República do Quiribati, um país insular no Pacífico Central. O sacerdote, acompanhado da religiosa Bernardette Eberi, veio em peregrinação aos santuários marianos da Europa, tendo chegado a Fátima em março. Devido à pandemia e ao estado de emergência, não pôde regressar ao seu país, tendo que permanecer em Fátima. Em meados de maio, devido ao agravamento do seu estado de saúde, foi internado no hospital de Leiria, onde veio a falecer.

A celebração exequial teve lugar, no dia 16, na igreja paroquial de Fátima, presidida pelo vigário geral da Diocese de Leiria-Fátima, padre Jorge Guarda, e com a participação do capelão do hospital, padre Pedro Viva, e do pároco de Fátima, padre Rui Marto, e de um pequeno grupo de pessoas desta paróquia. O sacerdote ficou sepultado no cemitério de Fátima, numa sepultura doada à paróquia por um casal.

O bispo da diocese a que pertencia o sacerdote, Dom Paul Mea, enviou uma mensagem que foi lida pela Irmã Bernardette, no final da missa. Nela, o prelado saúda os participantes na missa exequial e agradece ao bispo de Leiria-Fátima, ao capelão do hospital e aos profissionais de saúde que cuidaram do Padre Teekabu, à senhora Jacinta Marto, de Fátima, que generosamente lhe garantiu hospitalidade e apoio, e à paróquia de Fátima por ter organizado a celebração das exéquias e permitido a sepultura no seu cemitério. Por fim, promete oração por todas as intenções de todas estas pessoas que prestaram assistência e apoio ao sacerdote falecido.

Em nome do bispo e da diocese de Leiria-Fátima, o vigário geral enviou uma mensagem de condolências ao bispo, à família do sacerdote e à diocese de Tarawa e Nauru, com uma fotografia das exéquias e a saudação, em inglês, que o capelão do hospital dirigira à religiosa que acompanhou o padre Teekabu.

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