«Os catequistas são centrais na transmissão da fé», diz D. António Moiteiro a propósito da instituição do ministério de catgequista

Aguardando “as normas que por certo a Conferência Episcopal Portuguesa há-de emanar” o presidente da CEECDF defende “critérios formativos para o acesso ao ministério” e um “caracter estável para que ele seja instituído”.

Presidente da Comissão Episcopal da Educação Cristã e Doutrina da Fé (CEECDF) considera Carta Apostólica “um justo reconhecimento da missão do catequista”

D. António Moiteiro, bispo de Aveiro e presidente da CEECDF, disse hoje que a publicação da Carta Apostólica, sob a forma de Motu Proprio Antiquum Ministerium, vem instituir, “de modo estável, o ministério de catequista” e é o reconhecimento do “papel central destes agentes na transmissão da fé”.

“Sendo certo que os pais são os primeiros educadores não deixa de ser evidente o papel central que os catequistas ocuparam e ocupam na transmissão na fé dos mais novos”.

O prelado considera que a Carta Apostólica, apresentada no Vaticano, vem “instituir, de modo estável, o ministério de catequista” e destacá-los como “estrutura central da transmissão da fé nas comunidades crentes”.

“É bom que a Igreja reconheça no ministério da palavra a vocação dos catequistas e que consigne este papel na vida das paróquias”, precisa.

Para D. António Moiteiro a Carta Apostólica que institui o ministério de catequista “vem na linha do Vaticano II” e dos “vários pronunciamentos posteriores, desde o santo padre Paulo VI até ao Santo padre João Paulo II”.

“Os vários pontífices tem deixado claro o papel central dos catequistas no processo de evangelização da Igreja. Este ministério de catequista lança as suas raízes na teologia e na eclesiologia do Concílio Vaticano II, e alarga o ministério aos leigos. Já não temos a sua raiz apenas no sacramento da ordem, mas radica o batismo e na confirmação”, considera.

Aguardando “as normas que por certo a Conferência Episcopal Portuguesa há-de emanar” o presidente da CEECDF defende “critérios formativos para o acesso ao ministério” e um “caracter estável para que ele seja instituído”.

“Penso que nem todos os agentes de catequese estarão em condições de assumir o ministério de catequista. O Itinerário formativo que iniciámos recentemente, o «Ser Catequista» pode ser ajuda e suporte para ajudar a clarificar quais os critérios para o exercício do ministério de catequista”, sustenta.

Numa altura de profunda alteração do paradigma catequético em Portugal, com o aparecimento de um novo itinerário formativo para os catequistas, um projeto de catequese com adolescentes, e o trabalho em curso com vista a um novo itinerário para a catequese, D. António Moiteiro alegra-se por a Igreja em Portugal ter tido intuições demudança que vão sendo confirmadas pela Igreja universal.

“Em boa hora iniciámos este processo de formação de catequistas e de alteração no modo de transmitir a fé. Esta metodologia querigmática vai sendo confirmado com as orientações da igreja, com o pensamento do Papa e com as necessidades reais da catequese hoje”, considera.

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