Jovens Sem Fronteiras na Ribeira do Fárrio celebram com mães grávidas

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Há dias que nos ficam gravados na memória e no coração. O dia 8 de dezembro é um deles por reunir em si as vivências do passado, do presente e do futuro. A Igreja dedica-o à Imaculada Conceição, quando se caminha a passos largos para o Natal. Na nossa paróquia celebramos esta Mãe, abençoam-se aquelas que se preparam para o ser, como o maior dom de Deus, e comemora-se o aniversário dos Jovens Sem Fronteiras que, desde 1993, elegem este dia para recordar o seu nascimento para a vida missionária.

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A Imaculada Conceição, na sua pureza, foi a escolhida para ser berço, dando forma humana à esperança que nos acompanha ao longo do tempo. Sustenta as nossas raízes de ontem, ilumina todo o nosso hoje e abre caminho para o amanhã, garantindo que a presença de Deus no meio de nós é eterna e intemporal.

As mães, e aquelas que se preparam para o ser, são de igual modo berço do milagre da vida. No seu ventre foi concebido um novo coração, que já bate para dar continuidade a uma nova geração. Na Eucaristia da nossa paróquia foram acolhidas três futuras mães. À luz da , buscaram a bênção de Deus e a Sua proteção para os filhos que nascerão em breve. Foi um momento muito bonito de partilha e de gratidão. No ofertório, levaram ao altar três flores, como sinal da alegria com que estão revestidas e, no final, receberam uma Sagrada Família, para que a sigam como modelo.

E porque Maria foi a Senhora do Sim, a primeira Mulher Missionária, há 32 anos que os Jovens Sem Fronteiras da Ribeira do Fárrio a celebram de forma muito especial neste dia 8 de dezembro. Na noite do dia 7, reuniram-se em oração, juntamente com a comunidade, e num momento de intimidade com Maria, foram desafiados a escrever-lhe uma carta com a tinta do coração, revelando-lhe desejos, sonhos e pedidos mais profundos. Estas cartas seriam trazidas ao altar na celebração do dia seguinte.

A Eucaristia foi, uma vez mais, lugar de encontros, partilhas e oração. Há dias que nos ficam mesmo gravados na memória e no coração.

Rita Costa

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