Catequistas da paróquia de Leiria terminam ano com piquenique

Percebi como é agradável pertencer a esta família e, nestes momentos, recebemos as vitaminas que repõem a energia gasta ao longo do ano e um alento extra para nos mantermos firmes nesta nobre missão para o próximo.

Mais um encontro de gente que tem particularidades em comum… 

A meteorologia estava instável e alguns estavam com agendas apertadas, não dispondo de muito tempo. Equacionou-se o local, previamente escolhido, e acabámos por ficar em casa, na mata do Santuário de Nossa Senhora da Encarnação. 

Alguém de uma forma sábia utilizou a expressão “O local somos nós que o fazemos”. Não tinha alcançado toda a magnitude do poder da expressão! E não é que tinha razão? O local já por si era agradável, mas nós tornámo-lo hiper acolhedor, onde nos sentimos acolhidos e amados. 

Confesso que, pouco antes, estava na eminência de não comparecer, num hospital da capital… Tinha 5 salas de operações paradas e, se não resolvesse lá, teria de rumar a Lisboa. Deus é grande e, quando deixamos que opere em nós, fica mais fácil, sem no entanto ter passado momentos de maior stress como acontece com todos! 

Para aliviar toda aquela adrenalina, a primeira coisa a fazer foi deitar-me e alguém de uma forma pronta e alegre de quem está sempre disponível para ajudar me disponibilizou uma manta. Era de esperar que o silêncio seria bem vindo e, para espanto meu, todo aquele ruído das pessoas à minha volta com conversas paralelas, umas corriqueiras outras de enorme importância, foi musica para os meus ouvidos e me tranquilizou. 

Foi bonito ver ali a multiplicação dos pães!! O Pe. Fábio pediu que levassem algo e, de repente, quase do nada, tínhamos nas mesas comida para um batalhão. O tempo ajudou e foi uma tarde de partilha na comida, nas conversas, nas emoções e nos estados de espirito. Foram abandonando o local quem não tinha a agenda tão liberta, mas fizeram-no com a resignação de quem se convence de que tem de ser! E lá ficaram os resistentes fechando com chave de ouro o encontro. 

Percebi como é agradável pertencer a esta família e, nestes momentos, recebemos as vitaminas que repõem a energia gasta ao longo do ano e um alento extra para nos mantermos firmes nesta nobre missão para o próximo.

Sós já somos bons, mas agora juntos desta forma?! Nem me ocorre a palavra!!

Escrito por Rui Santos, catequista

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