Símbolo da abertura do Sínodo são velas pintadas pelas clarissas

Durante a eucaristia solene de abertura do processo sinodal diocesano em Leiria-Fátima, na tarde de 17 de outubro, os delegados receberam uma vela sinodal que se seguida acenderam no círio pascal, encaminhando-se para as naves laterias de Sé de Leiria, para, simbolicamente, se apresentarem a todos.

A abertura do processo sinodal diocesano na diocese de Leiria-Fátima ficou marcada pelo envio dos mais de 80 delegados sinodais, escolhidos como representantes das 73 paróquias, conselhos diocesanos, departamentos da cúria, consagrados, associações e movimentos da diocese.  

Lado a lado com a equipa de coordenação diocesana, estes delegados têm como missão conseguir que o maior número de pessoas participe no Sínodo, em resposta ao apelo do Papa Francisco: “Se falta uma participação real de todo o povo de Deus, os discursos sobre a comunhão arriscam-se a não passar de pias intenções. […] Participarem todos: é um compromisso eclesial irrenunciável” (no discurso da sessão de abertura do processo sinodal, a 9 de outubro, no Vaticano).

Durante a eucaristia solene de abertura do processo sinodal diocesano em Leiria-Fátima, na tarde de 17 de outubro, os delegados receberam uma vela sinodal que se seguida acenderam no círio pascal, encaminhando-se para as naves laterais de Sé de Leiria, para, simbolicamente, se apresentarem a todos.

As velas foram pintadas à mão pelas Irmãs Clarissas do Desagravo, no Mosteiro de Santa Clara e do Santíssimo Sacramento, em Monte Real, Leiria.

Convidadas a partilhar o que para elas significou este trabalho que lhes foi pedido pelo grupo coordenador diocesano do Sínodo, a monjas referem: “No Coração da Igreja a nossa vocação é o Amor. O Amor manifesta-se de muitos modos: Amar é ser luz que ilumina e calor que irradia.  Nas velas pintadas está representada a Comunidade e, em cada vela, cada um dos seus membros com a sua vida em doação. Tal como a vela, ao arder, emite luz e calor, assim as Irmãs desejam ser como círio que se gasta em favor do Corpo Místico de Cristo, Povo de Deus, que está em caminhada sinodal, e com o qual caminhamos em comunhão, participação e missão”.

O trabalho da pintura foi realizado, “com muito gosto e entusiasmo por nos sentirmos, por vocação, colaboradoras de Cristo, em favor do Seu Corpo Místico, como diz Santa Clara”. Prolongou-se por uma semana e foi efetuado por seis Irmãs.

O Mosteiro de Santa Clara e do Santíssimo Sacramento nasceu em 1965, por iniciativa de um grupo de irmãs fundadoras que vieram do Mosteiro do Louriçal. Foi inaugurado no ano de 1972.

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