Dias nas Dioceses será uma experiência global

Entre julho e outubro temos agendadas visitas de vários outros representantes de grupos estrangeiros que pretendem conhecer o local onde poderão vir a viver uma semana inesquecível.

Desde que iniciámos o projecto dos Dias nas Dioceses na diocese de Leiria-Fátima já fomos contactados por dezenas de grupos que pretendem viver connosco a semana anterior à JMJ. A situação geográfica e o Santuário de Fátima são os elementos mais relevantes para quererem escolher Leiria-Fátima.

Até ao momento, fomos contactados por representantes de grupos de 20 nacionalidades, para além de grupos internacionais que virão com jovens de diferentes países. A França foi o país que mais nos solicitou colaboração, mas também países como o Brasil, Alemanha, Polónia, Panamá, Índia, República Dominicana, Perú, Filipinas, Suécia, Uganda, Canadá, Porto Rico, República Checa, Espanha, México, Itália, Chile, Colômbia e Angola.

Algumas destas delegações já vieram conhecer pessoalmente a diocese e a região. Entre julho e outubro temos agendadas visitas de vários outros representantes de grupos estrangeiros que pretendem conhecer o local onde poderão vir a viver uma semana inesquecível.

A última visita que recebemos foi do padre responsável no Panamá por organizar a participação dos jovens panamenhos nos Dias nas Dioceses. A cidade do Panamá foi a última cidade anfitriã de uma Jornada Mundial da Juventude. Em janeiro de 2019 foi este país da América Central que acolheu a JMJ e agora vai trazer para a nossa diocese 450 jovens, metade do contingente que participará nos DnD em Portugal.

Sabias que…

Na coordenação central da JMJ em Lisboa há um grupo de pessoas diariamente dedicadas a fazer da JMJ Lisboa 2023 a melhor de sempre? Apresentamos-te o Duarte.

Duarte tem 37 anos e licenciou-se em Gestão, pela Universidade Nova. Está, atualmente, nos quadros da CUF e “emprestado” à gestão deste “projeto único”. É casado, tem uma filha e um filho, com 3 anos e 9 meses, respetivamente. A sua paróquia de origem é São João do Estoril, onde chegou a fazer parte do agrupamento 75 do CNE, mas, depois de casar e ir viver para Lisboa, a sua caminhada cristã passa também pela paróquia de Santo Condestável, onde reside, e a paróquia de Arruda dos Vinhos, de onde a esposa é natural. Na universidade, participou na Missão País e também esteve ligado ao Movimento de Schoenstatt, com quem esteve, durante um ano, numa missão no Burundi.

No cargo de secretário executivo da JMJ Lisboa 2023 desde outubro de 2020, Duarte Ricciardi encara esta missão como “algo único, quer para a Igreja, quer para o país”. “É um trabalho que une o lado pastoral e humano com o lado profissional”, considera.

Como legado que a JMJ poderá deixar, este responsável crê que irá muito além da transformação do Parque Tejo. “O maior legado deveria ser ajudar-nos – Igreja, Estado, empresas – a trabalhar melhor uns com os outros”, deseja.

Testemunho

Participar nas Jornadas Mundiais da Juventude (JMJ) de Paris em 1997 foi experienciar uma vivência cristã que até à altura não tinha vivido. Aperceber-me de um “mar” de outros jovens espalhados pelo mundo que seguiam a mesma vivência que eu, foi muito reconfortante e enriquecedor, assim como o convívio e a alegria que partilhámos com eles. Saí de lá muito mais rico espiritualmente e de coração repleto de felicidade.

Dídimo Santos, paróquia dos Marrazes
JMJ Paris 1997

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