A franqueza da natureza

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Quando são muitos os anos de desregulação para com a realidade, muitas mais serão as feridas futuras a curar. Quando o tempo de desenquadramento para com a natureza interna é mais elevado do que a profundidade de sentimentos de bem-estar, é gerado um “clima de alerta” em torno dos objetivos domésticos.

Gente de natureza real aprende a ser franca (ou expõe o seu franco ADN), clara, perfeccionista (talvez um pouco, sim). Gente que abomina o sofrimento, o ódio, a rejeição. Talvez a loucura, intensidade e ousadia sejam características de climas que precedem o renascimento de novos teatros prossecutórios.

Talvez esteja por chegar luta, experimentação, procura, crescimento, desenvolvimento, certezas, avaliação, leveza, amistosidade. A monotonia do próprio nunca faz falta, senão para amortecer a leveza de alma a que o nosso universo não nos depara.

Confrontar o nosso ser (externo) com a nossa natureza deve ser elevado ao conforto de extasiar o prazer do seu acordo. Nunca se é bom em vocabulário depreciativo quando se pode ser melhor em vocabulário que enaltece, exalta ou prestigia.

Os que se especializam em depreciar diminuem, humilham ou apequenam a dimensão dos seus limites. Por outro lado, os que louvam as raízes que crescem no seu jardim fortalecem-se ao permitirem terra de boa cultura.

Há histórias de amargurada bagagem a contar, mas pouco têm de ousadas, pouco facilitam a exposição orgânica de uma visceral vontade de manifestar audácia e arrojo.

O âmago momentâneo recai sobre as necessidades atuantes de definir intuitos. Intuitos esses que desprestigiam a “violência” e priorizam a “perfeição”. É essa perfeição que é franca com o intuito de vencer o confronto apequenado e suster a superação da instável natureza.

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