Papa encerra viagem a França com apelos à paz e à defesa da vida

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O Papa encerrou, a 28 de setembro, uma viagem a França marcada por apelos à paz, à defesa da vida e à prevenção dos abusos sexuais, com passagens por Paris, Lourdes e Metz.

Na última etapa, Leão XIV alertou para a «hemorragia da guerra» e rejeitou as lógicas de violência, vingança e domínio. Em Metz, líderes de várias confissões religiosas assinaram um apelo contra a utilização do nome de Deus para justificar o ódio e o totalitarismo.

Em Lourdes, o Papa convocou uma oração mundial do Rosário pelo fim das guerras, encontrou-se em privado com vítimas de abusos sexuais e pediu aos bispos franceses que mantenham a «vigilância» na prevenção destes crimes.

A defesa da vida foi outro dos temas centrais da visita. Leão XIV criticou a legalização da eutanásia e as correntes que procuram «redefinir» o valor da vida humana, afirmando que «o que é legal não é necessariamente moral».

Em Paris, abordou ainda a ética na inteligência artificial, a presença católica no espaço público, as «novas formas de escravatura económica e cultural» e o aumento dos batismos de adultos. Esta foi a sexta viagem internacional do pontificado.

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