Vigília: “Para se ser missionário é preciso ver Jesus”

A Vigília Missionária Diocesana, organizada no dia 16 de Outubro, pelo Serviço Diocesano de Animação Missionária, na Igreja da Exaltação de Santa Cruz, na vila da Batalha, revestiu-se de um momento de introspecção e de análise de consciência para com a Missão da Igreja.

A alegria, gratidão, paixão, e a esperança, foram palavras chave.

Esta oração veio integrada numa semana de sensibilização Missionária na vigararia da Batalha, decorreu na igreja matriz da paróquia da Batalha, teve momentos de reflexão, com símbolos que evocam o espírito missionário, recordou a Carta do Papa Francisco aos Consagrados e a Carta Pastoral dos Bispos, sobre o rosto missionário da igreja em Portugal, incluindo também um momento de testemunho missionário com a jovem Jessica Sousa, do grupo Jovens Sem Fronteiras. Esta partilha revestiu-se de um simbolismo especial porque conta a presença de um grupo de missionários numa região brasileira com muitos problemas sociais, localizada nas proximidades do Rio de Janeiro. A dura realidade da pobreza e da consequente escalada de problemas sociais faz daquela sociedade um foco fragilizado, constituindo a ida dos missionários dos Jovens Sem Fronteiras, uma oportunidade de ajudar as pessoas a minimizar os efeitos dos problemas vividos, mas também a valorizar e a conhecer outras realidades do mundo.

D. António Marto também partilhou alguns momentos com os participantes da Vigília Missionária Diocesana. O Prelado aproveitou a ocasião para enaltecer o espírito de missão, recordando que todos somos missionários ao dizer que “todo o cristão e toda a comunidade cristã são missionários, porque levam Cristo e o Seu Evangelho”, consciencializando também que aquele era “um momento propício para nos recolhermos, para escutar a palavra do Senhor, servindo a Vigília para reacender a chama da missão”. O Bispo de Leiria-Fátima destacou o espírito de serviço que o grupo Ondjoyetu tem desenvolvido na missão do Gungo, em Angola, muitas vezes em situações limite, de extremas dificuldades, recordando que em 2016 se assinala uma década da geminação das Dioceses de Leiria-Fátima e do Sumbe. D. António Marto, querendo despertar as consciências para a importância de Cristo em tudo o que se faz na vida, incluindo as missões, afirmou que “para se ser missionário é preciso ver Jesus”.

No final da Vigília Missionária Diocesana, o Pe. Vitor Mira, que orienta o projecto missionário da nossa diocese em Angola, e está por cá numas merecidas férias, partilhou com os participantes a importância do espírito missionário e de todo o apoio que tem sido dado à missão, quer material, quer espiritual. É toda uma diocese que está em missão naquelas paragens.

O mês de Outubro, dedicado às missões, continua a contar com várias iniciativas do Serviço de Animação Missionária e do grupo missionário Ondjoyetu, num espírito de partilha e sensibilização para que se fortaleça o sentimento de que a missão é tudo “o que o amor não pode calar”.

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