Porto de Mós deseja a união das suas duas paróquias

Todos os presentes, colaboradores na catequese, na liturgia, na caridade e na administração dos bens paroquiais, reconheceram as vantagens da unificação, pois, ambas as paróquias já funcionam praticamente unidas em vários aspetos há muitos anos.
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Teve lugar, no dia 24 de julho, em Porto de Mós, uma assembleia de fiéis das paróquias de S. Pedro e de S. João, ambas com sede na vila, com o pároco, padre José Alves, e o vigário geral da Diocese de Leiria-Fátima, padre Jorge Guarda. O motivo do encontro era analisar o pedido, dirigido pelo pároco ao bispo diocesano, para a união das duas paróquias numa só, à semelhança do que aconteceu com a união das duas freguesias civis, em 2012.

Igreja São Pedro em Porto de Mós.

Todos os presentes, colaboradores na catequese, na liturgia, na caridade e na administração dos bens paroquiais, reconheceram as vantagens da unificação, pois, ambas as paróquias já funcionam praticamente unidas em vários aspetos há muitos anos e pode haver melhor aproveitamento de esforços pastorais e meios administrativos. Reconheceram que a separação atual não faz sentido, havendo até quem tenha dificuldade em identificar a que paróquia pertence.

O vigário geral esclareceu que o processo para a unificação segue agora o seu curso nas mãos do bispo, que deverá ainda escutar o parecer dos párocos da Vigararia e o Conselho Presbiteral, antes de tomar a decisão. Se esta for favorável, haverá ainda que tratar das implicações civis nas repartições públicas.

Aljubarrota fez um processo semelhante, em 2018, unido numa só as paróquias de S. Vicente e de Nossa Senhora dos Prazeres.

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