Pioneiros e caminheiros dos Pousos “desconfinam”

Os dias 25 e 26 de fevereiro, ficaram marcados com o regresso dos pioneiros e caminheiros do nosso Agrupamento aos acampamentos e acantonamentos.

Pioneiros e Caminheiros do Agrupamento regressam ao “Campo”.

Os dias 25 e 26 de fevereiro, ficaram marcados com o regresso dos pioneiros e caminheiros do agrupamento dos Pousos aos acampamentos e acantonamentos.

Com o imaginário do filme “O Jumanji”, os pioneiros partiram de comboio rumo a Vila Verde, Figueira da Foz. Uma atividade com as finalidades de aprender e otimizar a técnica escutista, promover o trabalho em equipa, competências de comunicação, confiança e responsabilidade, os nossos pioneiros construíram abrigos para dormir, tiveram um workshop de froissartage, foram desafiados a fazerem escolhas, tomarem decisões em equipa e relembraram nós e amarrações. Uma atividade que permitiu o reencontro com o “Campo” e com o “Ser Escuteiro”, de cada um.

Caminheiros que servem e navegam

Por sua vez, os caminheiros partiram numa aventura até à Figueira da Foz, onde foram recebidos com muita amabilidade pela chefe Carla e pelo chefe João, da IV Secção do Agrupamento 235. Esta atividade interligou escuteiros terrestres e escuteiros marítimos, pelo que foi uma experiência muito enriquecedora para percebermos as nossas semelhanças e diferenças.

Enquanto caminheiros reconhecemos a importância do serviço e, por isso, quisemos integrar na nossa atividade um serviço que pudesse ajudar a comunidade. Na manhã do dia 26, estivemos a recolher lixo que estava nas rochas da Marina, tendo juntado 8 sacos de lixos que equivale a 87 quilos. Na parte da tarde, os companheiros deram-nos a oportunidade de nos mostrar como funcionam os barcos a vela, e ainda andámos de canoas pela marina da Figueira da Foz. Ao final do dia, ainda pudemos ir à missa na igreja matriz, onde o senhor padre e toda a paróquia nos acolheu muito bem. Esta atividade foi muito enriquecedora, não só para o próprio clã, mas porque também fizemos algo pela comunidade da Figueira da Foz. Muito se deveu à boa disposição com que nos receberam e alegraram. Certamente nunca iremos esquecer, e deixamos a porta aberta do nosso agrupamento aos escuteiros do Agrupamento 235.

Escrito por Inês Costa e Raquel Roda

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