Peregrinação diocesana: D. António Marto pede ao Governo “uma política amiga da família”

O Bispo diocesano, D. António Marto, saúda os fiéis à chegada à Capelinha e acompanha-os no Rosário, conduzido por leigos de Porto de Mós, enquanto o recinto continua a acolher peregrinos…

Repete a saudação na Eucaristia, momento principal da jornada e onde o aglomerado humano é mais numeroso. Segundo cálculos dos serviços do Santuário, estavam cerca de 35 mil peregrinos, estimando-se que a grande maioria fossem de Leiria-Fátima. Dos restantes, destacava-se a peregrinação nacional dos Amigos do Verbo Divino e um grupo da arquidiocese brasileira de São Sebastião do Rio de Janeiro, com o bispo auxiliar D. Roque Costa Souza.

A nossa peregrinação, com o tema “Com Maria, testemunhar o amor conjugal como dom e vocação”, ganha primazia. “A presença de tantos jovens é sinal de que a Igreja diocesana não envelhece e está bem viva”, começa por referir o Bispo, aludindo à experiência do festival da canção que com eles partilhara na noite anterior.

Também “hino à vida” eram as leituras do dia, como sublinhou na homilia, apontando o exemplo da ressurreição de Lázaro como “sinal de Jesus como fonte de vida” e o único em quem a podemos confiar. “A família, comunidade de vida e de amor, é o local onde primeiro experimentamos o calor e o afeto, onde cuidamos e nos sacrificamos uns pelos outros, onde recebemos o nome e a identidade”, afirmou D. António. Jesus apreciava o convívio com a família de Lázaro e foi num momento de dor partilhar compaixão e ternura com as suas irmãs, porque “a família é o primeiro dom de Deus e o património mais belo e valioso da humanidade”. Depois, o convite a uma oração especial: “Façamos dois segundos de silêncio, para que cada um agradeça a Deus o dom da família que tem”.

Como a Lázaro, Jesus continua a dar vida nova a cada casal, no sacramento do Matrimónio: “Chama cada um pelo nome e diz «sai para fora e vive!», uma vida nova que é Ele mesmo”, disse, “um convite a sair do individualismo e comodismo, dos medos e tristezas, para viver o serviço, a confiança e a alegria da comunhão”. É fundamental a consciência de que “o amor que fundamenta a união familiar é dom de Deus e de que é necessária a presença de Deus em cada dia para que ele subsista”.

Pelo meio, D. António convidou todos a “não deixar cair a vida familiar na banalidade e na superficialidade” e a dar todo o apoio possível às famílias. E dirigiu um pedido direto aos governantes: “uma política amiga da família, através de medidas sociais, fiscais e legislativas que promovam e apoiem o bem-estar das nossas famílias em todas as dimensões, na casa, na saúde, na educação e no crescimento da natalidade, para que os jovens não tenham medo de constituir família”.

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