Novos Conselhos Pastorais na Batalha e no Reguengo do Fetal

O Senhor Bispo, D. António Augusto dos Santos Marto, aprovou os estatutos e nomeou os membros, escolhidos pelos paroquianos e propostos pelo pároco.

No domingo dia 9 de janeiro, na missa paroquial das 11h00, tomou posse o novo Conselho Pastoral da paróquia da Batalha. No domingo seguinte, dia 16 de janeiro, na missa paroquial das 11h00, foi a vez da paróquia do Reguengo do Fetal acolher o seu Conselho.

O Senhor Bispo, D. António Augusto dos Santos Marto, aprovou os estatutos e nomeou os membros, escolhidos pelos paroquianos e propostos pelo pároco.

Estes vão exercer a sua missão de membros por um triénio, 2022 a 2024 Assim concretizamos um objetivo já proposto desde 2020. A covid limitou e foi adiando as necessárias iniciativas para a sua constituição.

Graças a Deus que completámos esse processo que julgamos essencial para que a paróquia venha a desempenhar mais perfeitamente a sua missão evangelizadora.

Pedimos ao Senhor que pela ação do conselho, Deus seja conhecido, amado e seguido por todas e cada uma das famílias da paróquia. Que Cristo seja uma presença viva em cada canto e recanto da paróquia.

A criação dum Conselho pastoral nas paróquias é recomendada vivamente, como recordou o Papa Francisco, «Quanto são necessários, os conselhos pastorais! Um Bispo não pode guiar uma diocese sem os conselhos pastorais. Um pároco não pode conduzir a paróquia sem os conselhos pastorais». Longe de ser um simples organismo burocrático, então, o Conselho pastoral coloca em destaque e realiza a centralidade do Povo de Deus como sujeito e protagonista ativo da missão evangelizadora, em virtude do fato que cada fiel recebeu os dons do Espírito através do batismo e da crisma À luz desta visão de fundo, podem-se recordar as palavras de São Paulo VI segundo o qual «É compromisso do Conselho Pastoral estudar, examinar tudo isto que concerne as atividades pastorais e propor então conclusões práticas, a fim de promover a conformidade da vida e da ação do Povo de Deus com o Evangelho», na consciência que, como recordou o Papa Francisco, a finalidade de tal órgão «não deve ser principalmente a organização eclesial, mas o sonho missionário de chegar a todos». É necessário que o Conselho pastoral seja efetivamente representativo da comunidade da qual é expressão em todos os seus componentes (presbíteros, diáconos, consagrados e leigos). Esse constitui um âmbito específico em que os fiéis possam exercitar o seu direito-dever de exprimir o próprio pensamento aos pastores e comunicá-lo também aos outros fiéis, sobre o bem da comunidade paroquial.

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