Que será que caracteriza a paternidade? Em primeiro lugar, sem dúvida, é o amor; amor esse que leva os pais a cuidar dos filhos, a protegê-los do mal, a ensinar-lhes a verdade, mas também a exigir-lhes no cumprimento dos deveres à medida que os vão incumbindo de maiores responsabilidades.
Que será que caracteriza a paternidade? Em primeiro lugar, sem dúvida, é o amor; amor esse que leva os pais a cuidar dos filhos, a protegê-los do mal, a ensinar-lhes a verdade, mas também a exigir-lhes no cumprimento dos deveres à medida que os vão incumbindo de maiores responsabilidades.

Opinião

Vox Populi

Jesus deixou-nos a Eucaristia para se dar em comunhão aos seus discípulos, através do pão e vinho. Foi o modo que ele inventou para os unir consigo pelo seu amor. Mas também para os unir entre eles, formando juntos com ele um só corpo. Assim lhes comunica o amor e a vida de Deus, para serem suas testemunhas e mensageiros no mundo. É esse memorial do Senhor que a Igreja celebra em cada Eucaristia.

“Tomai e comei” é o dom que, também hoje, através da Igreja e dos sacerdotes, Ele continua a oferecer aos cristãos, como o fez à primeira geração dos que escolheu e amou. Ele fala deste dom do seu amor com “pão da vida”, como alimento que veio do Céu, sacia o coração humano, “dá a vida ao mundo” e “dura até à vida eterna”. Ele torna-se também, através dos cristãos, da sua ação e do seu testemunho movidos por Cristo neles, força transformadora do mundo.

Lamenta-se com frequência o silêncio e a passividade de Deus perante o sofrimento humano. Esperava-se que, perante uma calamidade ou um acidente, Deus agisse como a proteção civil, os bombeiros, os médicos e os profissionais de saúde, socorrendo imediatamente as vítimas e curando o seu mal.
É uma Primavera contida, como contidos têm de ser todos os nossos movimentos, interiores e exteriores, nesta primeira fase de “desconfinamento”; assim lhe chamaram os técnicos, obrigando-nos a uma nova ginástica, para conseguir a harmonização da língua com os acidentes da vida.
As interrogações multiplicam-se, provocam instabilidade, geram medo, atingem a própria fé, a ponto de muitos perguntarem a si mesmos e aos outros: estará Deus ausente? Porque se mantém calado? Porque não intervém?
Não é só hoje, em tempos de pandemia, que a Igreja enfrenta murmurações e mal-estar no seu seio com críticas e confronto de posições contrapostas. É uma experiência que já vem desde as origens, na comunidade de Jerusalém, e está muito presente ao longo do percurso histórico da comunidade dos fiéis cristãos.

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