Jovem da diocese conta experiência de voluntariado na JMJ de Cracóvia

Tânia Ferreira, da paróquia da Boa Vista, partiu para Cracóvia dias antes do início da Jornada Mundial da Juventude (JMJ). Foi como voluntária e, nos dias que antecederam o encontro, preparou-se para os receber os jovens de todo o mundo.

Ao jornal PRESENTE, contou, na primeira pessoa, a experiência de ser voluntária num país estrangeiro e da tarefa que lhe foi incumbida: dar água aos que tinham sede. O que a moveu? Deus… “Não pode haver outra força!”

 

“Este voluntariado valeu!”

2016-08-09 jmj1Parti para as Jornadas Mundiais da Juventude dia 18 de Julho (uma semana antes) com um nervoso miudinho, não porque o voo se tenha atrasado muito, mas porque o plano de voluntariado ainda não me tinha sido atribuído. Sabia que ia para a Logística, mas o que seria isso em concreto? E o que esperar?

 Agora sei que não podia esperar mais!

Chegar a Cracóvia à noite não foi das melhores sensações. Os voluntários do aeroporto mal falavam inglês e o local de dormida ainda estava longe. A tarefa seguinte seria aprender a trabalhar com Zlotys e tentar de alguma forma perceber onde apanhar o transporte e qual apanhar.

Depois do primeiro desafio superado, o local de dormida dos voluntários perto do Santuário João Paulo II foi outro verdadeiro imprevisto. Ainda estava em obras, a camarata era gigante e amontoada (como em nenhuma outra JMJ em que eu tinha participado). Seria mesmo aquele espaço atribuídos aos voluntários?

Seguiram-se dias de formação inicial e formação específica, com horários atribuídos à última da hora e muito tempo livre. Deu para conhecer a cidade, visitar Auschwitz, a terra de S. João Paulo II, Wadowice e ainda a um ou outro local que não poderíamos perder a oportunidade. Mas o sentimento é que não tinha “trabalhado” no verdadeiro sentido para palavra.

A missa para os voluntários foi muito intensa e trouxe à memória que o que nos move é o mesmo Deus e a mesma força. Não pode haver outra!

Só com o início dos eventos centrais é que foram atribuídas as tarefas. A minha era a distribuição de água nos três dias dos eventos em Blonia. Não podia ter sido melhor. A recompensa pela espera foi valiosa e o sentimento era que aquele pequeno trabalho era o que aquelas pessoas mais precisavam – água.

Todas estas pequenas aventuras aproximaram pessoas e afinal o pior de tudo (o espaço onde estávamos a dormir) tornou-se no melhor local para ver o Papa, e bem perto (que recompensa fantástica).

A Vigília foi o momento que mais tive oportunidade de viver intensamente. O sentimento foi de dever cumprido e embora achasse que a preparação foi um pouco desorganizada (talvez por estar do outro lado), o mais importante é que tudo tinha sido feito.

Tenho, sem duvida nenhuma, a certeza que embora um pouco diferente, foi uma JMJ muito rica. Regressei com vontade de “não vegetar no sofá” e até ter “botas calçadas”…talvez para ir até ao Panamá.

Tânia Ferreira 

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