Freixianda celebrou a festa da Padroeira

A festa continuou no salão das festas e no adro. Houve movimento no restaurante e bar. As rifas da quermesse iam saindo. A música convidou alguns à dança. Sobretudo reinou o convívio e a dimensão festiva.

Decorreu, nos dias 2 e 3 de fevereiro, a festa da padroeira da Freixianda e, por isso mesmo, a festa da paróquia. Esta dimensão paroquial esteve patente na participação das pessoas que, dos vários lugares da freguesia, se deslocaram à sede e se congregaram para tomar parte nos diferentes atos do programa. Não foi uma participação em massa mas, ainda assim, significativa.

Logo no sábado, dia de lausperene, não faltaram adoradores a preencher o espaço reservado a cada lugar ou zona. Não foram muitos, foram os que se mantém fiéis à tradição herdada dos antepassados. Mas o certo é que se rezou. Importa renovar, manter e preservar esta dimensão tão importante da contemplação e adoração do mistério eucarístico, “fonte, centro e cume” da vida cristã.

Ainda no sábado, a procissão de velas, expressão de amor e veneração à Virgem Santíssima que invocamos como Senhora das Candeias ou da Luz, dada a instabilidade do tempo, não chegou a realizar-se. Mas a oração e o louvor à Mãe do Céu e nossa excelsa Padroeira tiveram, de igual modo, expressão na recitação do rosário meditado e nos cânticos de aclamação, no interior da igreja. Várias centenas de fiéis, empunhando as suas velas acesas, evocaram o seu batismo e prestaram esta homenagem sincera de amor e piedade filial a Maria Santíssima.

A festa continuou no salão das festas e no adro. Houve movimento no restaurante e bar. As rifas da quermesse iam saindo. A música convidou alguns à dança. Sobretudo reinou o convívio e a dimensão festiva.A festa continuou no salão das festas e no adro. Houve movimento no restaurante e bar. As rifas da quermesse iam saindo. A música convidou alguns à dança. Sobretudo reinou o convívio e a dimensão festiva.A festa continuou no salão das festas e no adro. Houve movimento no restaurante e bar. As rifas da quermesse iam saindo. A música convidou alguns à dança. Sobretudo reinou o convívio e a dimensão festiva.

Chegou o domingo que amanheceu cheio de luz e o sol a associar-se para que não faltasse o brilho e o esplendor. Os acordes da filarmónica que entretanto compareceu vieram despertar os mais adormecidos. E eis-nos chegados ao momento alto da festa, a celebração solene da Eucaristia, com a igreja repleta de fiéis. As imagens dos santos padroeiros das diferentes capelas nos seus andores decorados com brio e elegância trouxeram consigo as pessoas. O rito de bênção dos bebés, cerca de trinta, foi ocasião de muitas outras pessoas, pais, avós, familiares, também se congregarem para participar. Foi solene, bem vivida e participada esta celebração.

Seguiu-se a procissão, prolongamento da celebração na igreja, expressão da religiosidade popular ainda arreigada na mente e costumes da cristandade. Todos quiseram incorporar-se. Guião, bandeira paroquial, bandeiras das capelas, a imagem da Padroeira e dos santos que se veneram nas capelas, o pálio, a filarmónica e numeroso público, percorrendo algumas ruas da vila engalanadas para o efeito, constituíram o cenário que todos puderam contemplar.

Depois da procissão, novamente o convívio e confraternização, no almoço em comum, embora muitos tenham optado por levar o tradicional frango para ir almoçar no ambiente mais restrito do lar. Chegaram entretanto os grupos convidados ‘para atuar. Este ano foram grupos de música e canto popular, numa vertente mais cultural, que animaram o convívio da tarde. À noite, um grupo mais virado para suscitar o entretenimento no bailarico.

Organizaram a festa os nascidos em 1975 e 1985, que estão a completar os 35 ou 45 anos de idade. Parece que finalmente a moda está a pegar. Veio ao de cima a capacidade de mobilização e envolvência entre eles que nasceram no mesmo ano. É bom que continue assdim para não serem sempre os mesmos. Afinal a dimensão paroquial também se manifesta nesta participação variada, ano após ano. Merecem os parabéns de toda a comunidade.

Resta uma palavra de apreço para com todos os outros que também colaboraram: os que fizeram o peditório nos lugares, os que solenizaram os atos litúrgicos, os que conduziram andores e insígnias na procissão, os que colaboraram na cozinha, restaurante, bar e quermesse, os que contribuíram com as suas ofertas. A todos a Senhora das Candeias abençoe e proteja pela dedicação e generosidade.

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