Encontro vicarial de Ourém debate os afetos na família

Depois de Leiria, Batalha, Marinha Grande e Colmeias, foi a vez da comunidade vicarial de Ourém se reunir com o Bispo diocesano, no passado dia 13 de fevereiro, no salão paroquial de Nossa Senhora da Piedade, para debater o temada família e da ação pastoral.

No encontro, que reuniu cerca de 150 pessoas, foram apresentadas as conclusões da reflexão feita na vigararia e o padre salesiano Rui Alberto desenvolveu o tema “Família, escola de afetos para a vida”, onde falou da necessidade de “criar um novo modelo de família, que se apresente como uma alternativa ousada” para “recuperar os afetos”.

No final da sessão, que serviu de preparação para a Festa das Famílias, D. António Marto renovou o convite para a presença de todos naquele encontro, que pretende reunir os diocesanos num ambiente festivo, a 17 de maio, na Marinha Grande.

Uma tarefa árdua e exigente

Uma guitarra dava o tom para um último ensaio dos cânticos que iriam acompanhar os momentos de oração. No palco, sobre uma cortina encarnada, a tela de projeção mostrava um coração com a palavra família inscrita no centro. Do outro lado, um outro cartaz vertical anunciava a Festa das Famílias.

Pouco passava das 9h00, quando o padre Joaquim Baptista, Vigário de Vara de Ourém, deu início ao programa previsto para o serão. Um momento de oração, presidido pelo Bispo diocesano, foi o ponto de partida para uma noite onde a vigararia de Ourém se reuniu para falar sobre a família.

Numa breve meditação, D. António Marto falou da “missão específica da família, como primeiro lugar das relações interpessoais, que oferece o capital humano, espiritual e social ao mundo”. “As famílias são chamadas a dar alma ao mundo, assumindo uma missão que é bela, grande e nobre”, sublinhou. Sobre este serviço que a família é chamada a prestar à sociedade, o Bispo enunciou a importância daquela enquanto “casa e escola de humanização”; “berço, de onde brota a renovação da vida humana” e “espaço onde se transmite a fé”. Esta tarefa, “árdua e exigente”, requere o apoio da sociedade e da Igreja, “através de políticas amigas da família e do apoio espiritual e pastoral”, respetivamente, concluiu.

Seguiu-se a apresentação das conclusões da reflexão feita a partir das três conferências que a Vigararia promoveu sobre o tema que escolhera. Nas conclusões, foi realçada a importância de dedicar mais tempo à família, pois só “o tempo constrói afetos”.

Deixar morrer a sociedade

Para o quinto encontro vicarial, sob o tema “Família, escola de afetos para a vida”, o convidado foi o padre Rui Alberto, da congregação salesiana, que centrou a sua palestra nos verbos “ser” e “cuidar”, divididos em quatro linhas de ação para as famílias. “O mundo precisa urgentemente que avancemos com alternativas válidas e ousadas em família, sob o risco de deixarmos morrer a sociedade”, alertou o sacerdote, lembrando que, só assim, “é possível recuperar os afetos”.

No espaço de diálogo que se seguiu foi aprofundado o tema em debate.

Por fim, D. António Marto deixou o convite para a Festa Diocesana das Famílias e apelou para que cada família faça frutificar as conclusões dos encontros realizados no âmbito da caminhada pastoral.

A noite culminou num momento de convívio, com um beberete.

O próximo encontro está agendado para a vigararia dos Milagres e realiza-se no salão paroquial de Santa Eufémia, dia 27 de fevereiro, com o tema “Família e Escola: quem ajuda quem?”.

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