Catequistas da vigararia de Fátima conhecem o novo itinerário da catequese

Decorreu no dia 12 de janeiro, no salão paroquial de São Mamede, um encontro dos catequistas da vigararia de Fátima, que engloba as paróquias de Atouguia, São Mamede e Santa Catarina da Serra.
http://lefa.pt/?p=56099

Decorreu no dia 12 de janeiro, no salão paroquial de São Mamede, um encontro dos catequistas da vigararia de Fátima, que engloba as paróquias de Atouguia, São Mamede e Santa Catarina da Serra.

A abertura deste encontro, que não se realizava desde há algum tempo, foi feita pelo pároco da paróquia anfitriã, Fidel Ortega. Para lá deste sacerdote, estiveram também presentes o padre Armindo, de São Mamede, o padre Mário Verdasca, de Santa Catarina da Serra e o padre José Henrique, diretor do Secretariado Diocesano da Catequese.

Depois da abertura, seguiu-se um momento de oração, com o cântico de entrada, a leitura do salmo, de um outro cântico e leitura da Carta de São Paulo aos Colossenses. A meditação, foi feita pelo padre Mário, seguindo-se as preces, a oração do Pai Nosso e o cântico final deste primeiro momento de oração.

Seguiu-se a apresentação dos catequistas presentes, coordenada pelo padre Fidel.

Da paróquia da Atouguia estiveram presentes cerca de uma dezena de catequistas, de São Mamede, cerca de duas dezenas, e da paróquia de Santa Catarina, cerca de três dezenas, à qual pertenceu a organização, quer dos cânticos à preparação do convívio final, com partilha de uma mesa recheada de vários alimentos, sobretudo de doces, bolos e o tradicional café da avó, e dos vários tipos de chá.

Antes do convívio, o padre José Henrique fez a apresentação do tema que levou à realização deste encontro vicarial.

NOVO ITINERÁRIO: OPORTUNIDADES E DESAFIOS

Tal como o Papa Francisco tem recomendado e insistido, junto dos Bispos portugueses, é necessário que se passe de uma catequese baseada até agora no modelo escolar para um modelo de inspiração catecumenal, isto é, uma catequese mais comunicativa, mais celebrativa, explicativa, uma catequese como uma caminhada na Fé.

Em cada trimestre, devem-se realizar três encontros com os pais, de forma a iniciar-se um caminho que os leve a uma catequese de e para adultos.

Depois da apresentação sobre todos os temas e modelos que irão formar a catequese do futuro, falou sobre a centralidade do querigma, que implica comunicar a própria experiência de fé, posicionarmo-nos como pessoas de fé numa sociedade que duvida, questiona, põe à prova a missão do missionário, ou de quem ensina.

Também a dimensão mistagógica, tem dimensões fundamentais: abertura, descoberta, resposta, crescimento, consciência… Falar de mistagogia é falar da vida da comunidade eclesial, na sua dimensão espiritual, litúrgica, pastoral, contemplativa e escatológica. Quanto à dimensão temporal, o ritual não estipula um tempo certo, embora se aconselhe as idades entre os 10 -14 anos.

Quanto ao discipulado missionário, o discípulo é um “aprendiz”, que deve fazer uma aprendizagem na missão, ou seja, no (des)encontro com os outros. Deve ocorrer entre os 14 – 18 anos.

A catequese na comunidade, deve fundamentar-se na família e deve ser uma oportunidade para evangelizar os adultos. A base para dialogar, deve ser dois, a dois.

Por fim, o MINISTÉRIO DO CATEQUISTA, ministérios laicais para uma igreja ministerial. Deve por isso, escolher AMBIENTES SEGUROS, com comportamentos de abertura e transparência, de observação e comportamentos a evitar.

O ENCONTRO VICARIAL, terminou com o cântico final, “A messe é grande, os trabalhadores, são poucos”, rezando-se para que, com a ajuda do ESPÍRITO, se encontrem mais trabalhadores para a MESSE.

Partilhar / Print

Print Friendly, PDF & Email
Captura de ecrã 2024-04-17, às 12.19.04

Leia esta e outras notícias na...

Receba as notícias no seu email
em tempo real

Pode escolher quais as notícias que quer receber: destaques, da sua paróquia

plugins premium WordPress