Cardeal D. António Marto preside à celebração de Santo Agostinho

O cardeal D. António Marto, Bispo de Leiria-Fátima, vai presidir à celebração da Missa em honra de Santo Agostinho, na igreja que em Leiria é dedicada a este Padroeiro da Diocese, às 21h00 do próximo dia 28 de agosto, terça-feira.

Associando-se a esta festa litúrgica, anualmente celebrada na data da morte deste Santo e Doutor da Igreja, o Museu de Leiria, instalado precisamente no convento anexo à igreja e com o mesmo nome, terá entrada gratuita, entre as 09h30 e as 17h30, com visita guiada por Mário Coelho a todo o edifício, a partir das 16h00.

O vigário geral, padre Jorge Guarda, lembra que todos são convidados a associarem-se a esta celebração e a aproveitarem a visita gratuita ao monumento. São especialmente convidados “todos quantos estão mais empenhados na vida desta Igreja local de Leiria-Fátima: sacerdotes, religiosos e religiosas e os leigos que colaboram na ação apostólica, particularmente os que estão ligados aos serviços e conselhos diocesanos, bem como aos movimentos, associações e novas comunidades”.

Santo Agostinho nasceu a 13 de Novembro de 354, em Tagaste, na Argélia. Os pais, Patrício e Santa Mónica, providenciaram-lhe esmerada educação. Apaixonado pela filosofia, pela retórica e pela fama dos grandes pensadores, a sua procura pela sabedoria acabou por levar à conversão ao catolicismo, aos 32 anos de idade, com grande influência da mãe e de Santo Ambrósio, que o batizou. Ainda na juventude, apaixonou-se também por uma jovem, de quem teve um filho, mas seria mais forte a paixão por Deus e pelos textos bíblicos, pelo que vendeu o que tinha e deu-o aos pobres, exceto a casa que transformou em mosteiro para si e os que se associaram à sua regra de vida. Foi ordenado sacerdote, em 391, em Hipona, e rapidamente se tornou um pregador e professor famoso, vindo a ser nomeado bispo desta diocese quatro anos depois. Até à sua morte, a 28 de agosto de 430, foi um pastor exemplar e escreveu ou ditou mais de uma centena de obras, as mais famosas das quais são as “Confissões” e “A cidade de Deus”. Agostinho foi canonizado por aclamação popular e viria a ser reconhecido como Doutor da Igreja, em 1298, pelo Papa Bonifácio VIII.

Este Santo foi adotado como Padroeiro da Diocese de Leiria, aquando da sua restauração, em 1918. Um dos motivos terá sido a pertença deste território ao Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra até à sua criação como diocese, em 1545, bem como a continuada influência da Ordem de Santo Agostinho no seu desenvolvimento ao logo da história. A construção desta igreja e complexo conventual, a partir de 1577, é apenas um exemplo.

Recorde-se que, em 1962, a pedido do Bispo diocesano, o Papa João XXIII atribuiu a esta Diocese uma segunda Padroeira, Nossa Senhora de Fátima.

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