Alegria e encontro marcam a peregrinação dos Símbolos em Ourém e Marinha Grande

Depois dos momentos intensos vividos na vigararia de Fátima, os Símbolos das Jornadas Mundiais da Juventude (JMJ) rumaram à vigararia de Ourém.
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Para a JMJ 2023!

Depois dos momentos intensos vividos na vigararia de Fátima, os Símbolos das Jornadas Mundiais da Juventude (JMJ) rumaram à vigararia de Ourém.

Em Ourém, os jovens apostaram na meditação da Via Lucis, que foi a primeira demonstração da peregrinação dos Símbolos, a iniciar-se, em caminhada, numa das entradas da vila, até à igreja de Nossa Senhora da Piedade. O dia seguinte, domingo, começou bem cedo, com a presença da Cruz peregrina e do Ícone de Nossa Senhora Salus Populi Romani em algumas das missas dominicais da vigararia, passando por Alburitel e Seiça e terminando o dia nas paróquias de Rio de Couros e Freixianda, com os jovens a rezar o terço e a meditar, também, o caminho luminoso da ressurreição. Foi nesta última que os Símbolos iniciaram a segunda-feira, dia 15 de maio, com a celebração da eucaristia, e de onde partiram para Urqueira e Casal dos Bernardos.

Os dias 16 e 17 de maio foram dedicados à presença dos Símbolos em várias instituições e escolas e, ainda, na Quinta da Casa Velha – Associação de Ecologia e Espiritualidade com inspiração Inaciana situada em Ourém – onde se encontraram diferentes grupos da comunidade local: pessoas do Vale Travesso e arredores, os idosos e técnicos do Lar da Fundação Agostinho Albano de Almeida, um grupo do Centro de Reabilitação e Integração de Ourém (CRIO), as crianças da Escola da Floresta em Vale Travesso e amigos da Casa Velha. Foi neste último dia que os jovens da vigararia de Ourém se despediram dos Símbolos e os entregaram a uma delegação do Comité Organizador Vicarial (COV) da Marinha Grande, numa vigília de oração que teve lugar na igreja de Nossa Senhora das Misericórdias, dentro da muralha do Castelo de Ourém.

O dia 18 de maio, dia da Ascenção do Senhor e feriado municipal da Marinha Grande, iniciou-se com a presença da Cruz Peregrina e do Ícone de Nossa Senhora na igreja paroquial e seguiu em caminhada para o tradicional piquenique na mata de São Pedro, onde os Símbolos foram foco de todas as atenções. Terminou este dia com a oração do terço e uma vigília de oração presidida pelo nosso bispo D. José Ornelas. No dia seguinte, os Símbolos foram motivo de encontro em diferentes instituições e localidades da paróquia de Pataias e fecharam o dia em grande no aniversário da vila, com a filarmónica a tocar o hino da JMJ Lisboa 2023 e a comunidade a cantar e dançar Há pressa no ar.

O último dia da peregrinação dos Símbolos na vigararia da Marinha Grande aconteceu na paróquia da Maceira, tendo passado pelo parque da Memória, o quartel dos Bombeiros, a celebração da Primeira Comunhão e terminando em ambiente de festa, com caldo verde, bifanas e muita música. Foi neste momento que a vigararia se despediu da Cruz e do Ícone, que foram entregues à vigararia de Monte Real.

As palavras de alguns jovens

Do momento da chegada até à partida, um sentimento de entusiasmo enorme!
Assim que os símbolos das Jornadas Mundiais da Juventude chegaram a Casal dos Bernardos, uma grande emoção dominou o coração de todos os que participaram na celebração.
Desde a música que enriquecia o momento, até ao rosto das pessoas que vislumbravam o cortejo da Cruz peregrina e do Ícone de Nossa Senhora Salus Populi Romani, todos pareciam estar dominados pelos mesmos sentimentos: felicidade e entusiasmo!
Eu já tinha visto algumas fotografias e ouvido alguns testemunhos de amigos que tinham recebido os Símbolos das JMJ, mas nunca imaginei que pudesse sentir a emoção como me descreviam. Mas assim que tive o privilégio de estar perante, e até tocar nestes símbolos históricos e possuidores de simbolismo de devoção religiosa tão grande, a sensação foi ainda mais fervorosa do que me contavam! Pareceu-me que o desejo de participar neste encontro mundial único havia triplicado e dominado todo o receio que pudesse existir.
Foi uma sensação quase indescritível que nunca irei esquecer e desejo que todos pudessem sentir, pelo menos uma vez na vida
.
André Pousada, 17 anos, Casal dos Bernardos

A chegada dos símbolos foi emocionante. Aquela cruz gigante, que carrega as lágrimas de tanta gente, que já percorreu o mundo, que já foi carregada por milhares de pessoas diferentes, que viaja há 40 anos, está aqui ao meu ombro. E que alegria que é poder fazer parte desta história.
Sinto que sou uma privilegiada. Que sorte é poder viver este momento, as Jornadas Mundiais da Juventude são no meu país, aqui tão perto de casa, e eu tenho idade para estar envolvida de forma profunda e sentida. Sei que este vai ser um encontro de fé, onde milhares de jovens do mundo inteiro estarão unidos por uma só convicção, um ideal de amor e de valores essenciais à vida. E não há nenhum outro contexto do mundo em que isto acontece. Acho inacreditável como é que alguém, jovem e português, consegue aguentar ficar de fora desta festa.
Fazer parte deste universo das JMJ é mesmo uma dádiva e uma oportunidade de crescimento.
Mariana Gonçalves, 26 anos, Marinha Grande

Ao estar junto dos Símbolos senti um grande contentamento, um grande bem-estar e também uma grande animação por saber que já passou por inúmeros países e por terem o significado que têm. Graças a este evento pude perceber mais como é que vai ser a jornada e a importância da mesma, assim sendo fiquei mais entusiasmada e curiosa para ir à Jornada Mundial da Juventude.
Clara Filipe, 16 anos, Pataias

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