A Cruz das JMJ esteve na Marinha Grande

A paróquia da Marinha Grande recebeu de braços abertos uma réplica da Cruz Peregrina das Jornadas Mundiais da Juventude nos dias 14 e 15 de fevereiro de 2024.
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A paróquia da Marinha Grande recebeu de braços abertos uma réplica da Cruz Peregrina das Jornadas Mundiais da Juventude nos dias 14 e 15 de fevereiro de 2024.

O Serviço Diocesano da Pastoral Juvenil (SDPJ) lançou a proposta “Abraça a Cruz”, desafiando as vigararias e as paróquias a receberem esta Cruz, com o propósito de ajudar a viver a Quaresma, de reunir a comunidade e claro, de relembrar os momentos marcantes dos Dias nas Dioceses e da JMJ de Lisboa 2023. Foram muitos os momentos especiais recordados pelos presentes, ao escutarem e dançarem o Hino oficial da JMJ, no início da celebração da Quarta-feira de Cinzas.
A Eucaristia teve início na rua, convidando a comunidade não apenas a carregar aquela Cruz, mas também a “abraçá-la”, não necessariamente aquela, mas a cruz de Jesus, que, por cada um de nós, abraçou a cruz que nos salva. E ao abraçar a cruz todos juntos, em comunidade, cada uma das nossas cruzes fica mais leve.

Este apelo ao sentido de comunidade, de entreajuda, foi também concretizado pelo pedido que cada um levasse um bem alimentar para o ofertório, que posteriormente foi entregue à Conferência de São Vicente de Paulo local.
No dia seguinte, dia 15, meditamos a Via Sacra com a ajuda dos textos da Via Sacra da JMJ de Lisboa 2023. As estações foram dinamizadas pelos diversos movimentos e serviços da paróquia: pastoral juvenil, Alpha, comissão da igreja, comité organizador local da JMJ, acólitos, movimento da Mensagem de Fátima, grupo de jovens que participaram na JMJ, secretariado da catequese, cursilhos de Cristandade, JOC, leitores, ministros da comunhão, escuteiros, catequese da infância e da adolescência e Conferência de São Vicente de Paulo.  Dos mais novos aos mais velhos, ninguém ficou indiferente aos temas que foram abordados nas meditações: futuro incerto, guerras, bullying, solidão, intolerância, escravidão, individualismo, entre outros. Seja qual for o problema que enfrentamos, as meditações deixam-nos uma mensagem de esperança, que podemos sempre olhar para Jesus e imaginá-Lo a dizer a cada um de nós: “Caio contigo para te levantar comigo. Vá, procura ajuda, põe-te de pé e avança. Vamos juntos.”

Receber a réplica da cruz das JMJ na minha paróquia foi, para mim, uma enorme emoção.
À alegria de recordar o amor de Jesus que morreu por nós, acresceu o sentimento inexplicável de relembrar a alegria e a fé que partilhei com tantos outros jovens durante a semana em Lisboa. Na minha opinião, não havia forma melhor de iniciar a quaresma do que junto a uma cruz tão especial e significativa, tanto para mim como para tantos jovens.
A celebração da quarta-feira de cinzas também me foi muito especial enquanto acólita, visto ter tido a oportunidade de transmitir às pessoas a importância de nos arrependermos e de acreditar no evangelho, por meio da imposição das cinzas, tendo sentido, assim, a partilha de uma mesma fé ao assinalá-las com o sinal da cruz.
Mariana Confraria

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Captura de ecrã 2024-04-17, às 12.19.04

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