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D. António Marto pede para rezar pela Igreja

Categoria: Notícias
Criado em 12-10-2018

“Hiroshima é um nome simbólico e, de certo modo, mágico”. Foi com estas palavras que D. António Marto deu início à apresentação da peregrinação aniversária a Fátima. O nome da cidade japonesa foi um dos assuntos principais da conferência de imprensa realizada no Santuário por ser o seu bispo, D. Alexis Mitsuru Shirahama, a presidir à peregrinação.

O bispo anfitrião não quer esquecer esta memória histórica da II Guerra Mundial também pela sua centralidade na mensagem de Fátima como mensagem de apelo à paz e à concórdia entre os povos.

O Cardeal apontou ainda várias efemérides que, por estes dias, estão a ser lembradas e que, de diferentes maneiras, têm relação com Fátima. Lembrou que, dentro de um mês faz cem anos que terminou a Primeira Guerra Mundial e exprimiu a sua gratidão pela canonização, no dia 14 de outubro, do Papa Paulo VI, que tem uma marca forte na história de Fátima, e de D. Oscar Romero, mártir do século XX que, em São Salvador, foi testemunho de uma Igreja que privilegia os mais fracos, pobres e desamparados. 

Uma Igreja atacada por dentro

Um dos pontos fortes da conferência de imprensa abordados por D. António Marto foi o momento conturbado que a Igreja vive na actualidade com o que considera ser “um ataque ignóbil contra a pessoa do Papa, que não passa de uma montagem de contornos políticos, sem fundamento real”. Segundo ele, “há uma oposição que se tornou mais aguda e aguerrida, servindo-se do fenómeno dos escândalos para lançar a culpa sobre a pessoa do Papa”. Nesta linha, a peregrinação deste fim de semana servirá para dar resposta ao pedido de Francisco para intercederem pelo mundo católico. Um pedido que se estende a todos os sectores do mundo actual, onde o “cancro da corrupção” se instalou, juntamente com a “batota no desporto”, o “populismo na política” e a “hipocrisia na Igreja”. Daí que tenha dirigido uma palavra de apreço a todos os que lutam com coragem e determinação num ambiente de pressão de valores contrários.

D. António Marto pede para rezar pela Igreja

“Hiroshima é um nome simbólico e, de certo modo, mágico”. Foi com estas palavras que D. António Marto deu início a apresentação da peregrinação aniversária a Fátima. O nome da cidade japonesa foi um dos assuntos principais da conferência de imprensa realizada no Santuário por ser o seu bispo, D. Alexis Mitsuru Shirahama, a presidir à peregrinação. O bispo anfitrião não quer esquecer esta memória histórica da II Guerra Mundial também pela sua centralidade na mensagem de Fátima como mensagem de apelo à paz e à concórdia entre os povos.

O Cardeal apontou ainda várias efemérides que, por estes dias, estão a ser lembradas e que, de diferentes maneiras, têm relação com Fátima. Lembrou que, dentro de um mês faz cem anos que terminou a Primeira Guerra Mundial e exprimiu a sua gratidão pela canonização, no dia 14 de outubro, do Papa Paulo VI, que tem uma marca forte na história de Fátima, e de D. Oscar Romero, mártir do século XX que, em São Salvador, foi testemunho de uma Igreja que privilegia os mais fracos, pobres e desamparados.

Uma Igreja atacada por dentro

Um dos pontos fortes da conferência de imprensa abordados por D. António Marto foi o momento conturbado que a Igreja vive na actualidade com o que considera ser “um ataque ignóbil contra a pessoa do Papa, que não passa de uma montagem de contornos políticos, sem fundamento real”. Segundo ele, “há uma oposição que se tornou mais aguda e aguerrida, servindo-se do fenómeno dos escândalos para lançar a culpa sobre a pessoa do Papa”. Nesta linha, a peregrinação deste fim de semana servirá para dar resposta ao pedido de Francisco para intercederem pelo mundo católico. Um pedido que se estende a todos os sectores do mundo actual, onde o “cancro da corrupção” se instalou, juntamente com a “batota no desporto”, o “populismo na política” e a “hipocrisia na Igreja”. Daí que tenha dirigido uma palavra de apreço a todos os que lutam com coragem e determinação num ambiente de pressão de valores contrários.

Gabinete de Informação e Comunicação

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